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Antes de você começar a ler o post, tem três coisas que você precisa saber:

1. Eu gosto de ópera.
2. Eu gosto de música clássica.
3. Eu sou COMPLETAMENTE APAIXONADA por musicais.

Se você não se encaixa em nenhuma desses três opções, pode ser que você não concorde com o que eu vou dizer agora, e seja uma daquelas pessoas que eu vi indo embora da sala de cinema.
PS.: LEIA ESSE POST CANTANDO.

Os Miseráveis pros e contra

Minha mãe queria assistir “Os miseráveis” e eu estava ansiosa pra esse dia chegar. Passei meu rímel a prova d´água, e fui.
Cheguei lá, perdi os primeiros minutos (me mate, por favor), mas cheguei bem no começo.
No começo, não achei tão entusiasmante, mas daí, o filme começa a prender a atenção de um jeito que você não pode, nem se quiser, desgrudar o olho.
Todos os atores cantando com a alma, dando um show pra valer. Cada minuto que passava, os olhos grudavam mais ainda na tela.
Anne Hathaway estava simplesmente deslumbrante. Por mais horrorosa que ela estivesse naquelas cenas, tenho certeza de cada pessoa daquela sala sentiu o sofrimento dela. Depois disso, continuei arrepiada até o final do filme.
O filme se passa e mais pro final, uma aula de história. Onde o musical se torna um coral completo. Com todos os atores cantando ao mesmo tempo. Foi digno de assistir aquilo.
Os atores conhecidos arrebentaram, Anne, Amanda Seyfried, e os outros todos. Os desconhecidos, AS CRIANÇAS. Todo mundo com a música impecável. Foi um show de verdade, um show que entrava na gente e a gente não tinha como não sentir o que eles nos passavam.

Enfim, posso escrever aqui pra sempre desse filme, nunca vou conseguir dizer o que esse filme me fez sentir, além da vontade de sair cantando tudo, pro resto da vida.
Foi um filme de arrepiar, literalmente, do começo ao fim. Me fez chorar por muitas cenas. CHORAR, não emocionar. Eu chorei a dor deles, senti raiva de verdade. Tudo ali dentro foi real, apesar de falar cantando, não ser real pra nossa vida.

Se eu tenho que indicar um filme pra vocês assistirem, eu indico esse e espero que vcs sintam tudo aquilo, assim como eu senti.

Cá estava eu nesse sábado à noite, conversando com minha amiga Thai pelo whatsapp, quando temos a brilhante idéia de assistir algum filme online juntas e comentá-lo. Depois de procurar um pouco, escolhemos The First Time (não faço idéia da tradução). Play apertado, pesadelo começado.

Filme The First Time é bom?

Filme The First Time é bom

A premissa do filme ainda é interessante: Dave tem um amor platônico pela sua melhor amiga, e Aubrey tem um namorado que não a entende. Eles se conhecem numa festa e ficam no maior papo, rola aquela ~química~ já esperada e os 90 minutos do filme giram em torno da relação deles.
Apesar do clichê, o filme poderia ser bom. Há muitas comédias românticas por aí que a gente assiste já sabendo do final, e isso não influencia você a gostar ou não do filme. O que faz você gostar é o desenrolar dele, e o do First Time é, pardon my french, uma bela bosta.
Nessa uma hora e meia de filme, vemos uma série de acontecimentos sem sentido, acompanhados por diálogos forçados e pseudo-hipster-wannabe-cool. Os personagens falam muito – muito mesmo -, mas não de uma forma legal e que te faz se interessar; é de uma forma que me fez escrever “pqp cala a boca” várias vezes no whatsapp. Senti como se tivessem feito uma versão ruim e de melação barata de Antes do Amanhecer, como se estivessem me forçando a diminuir meu intelecto pra conseguir engolir o roteiro horrível. Sério. Você nem consegue torcer para o casal ficar junto. Ou até torce, mas é só para que acabe logo o filme. No final, tudo o que eu queria é que o filme voltasse aos dez minutos iniciais e que o Dave deixasse Aubrey morrer de frio do lado de fora da festa, de tão chata que ela é. 

aff klabok, eu sou otchimannn
Aí entro na questão dos personagens: Aubrey entra fácil, fácil na lista de piores protagonistas de todos os tempos. Tudo o que ela faz e fala é uma tentativa forçada de ser profunda, interessante e decidida. Ela simplesmente não convence em nada do que tenta passar. Isso porque nem entrei no mérito de atuação…
Também tem o namorado da Aubrey, que consegue ser ainda mais chato que ela. O que salva no filme é o protagonista e os coadjuvantes – os amigos de Dave são ótimos. Eles são a parte lúcida, que faz sentido no filme, e o tempo todo me senti representada por eles, que falavam todas as coisas que eu queria falar para o Dave. Quanto a ele, é um bom protagonista. O ator tem carisma, é simpático, bem apessoado. O papel de bom moço cola e você torce para que ele se dê bem. O único problema é que não dá para entender porque raios ele se enfia nessa história e insiste em alguém tão mala.

véi, qq eu tô fazendo aqui
Para esse filme ser bom, tinham que ter dado uma bela enxugada no texto, trocado de atriz principal, se aprofundado um pouco mais nos coadjuvantes, tirado umas subplots que não fazem a menor diferença para a história… Ou então ter contratado outro roteirista. Qualquer um. Sério 
Também queria deixar registrado que a escolha do título do filme foi péssima. A questão da “primeira vez” só é abordada mais pro final, quando um monte de outros assuntos mais importantes já foram resolvidos, deixando essa parte até apagadinha.

Conclusão

Não que com outro título fosse melhorar alguma coisa também, rs.
É isso. Eu adoro uma porcaria, mas toda porcaria tem seu limite. Só recomendaria para quem quiser passar uma hora e meia olhando pra cara do Dylan O’Brien, mas pra isso já temos Teen Wolf, né? 
Como diria o Chaves: Preferia ter visto o filme do Pelé.

Minha história com Selvagens não começou muito bem. Não fiquei muito interessada em assistir o filme quando ele estreou no cinema. Depois, quando aluguei na Blockbuster, ele ainda ficou mais ou menos um mês parado em casa, já que eu estava sem vontade (mascarada de “falta de tempo”) de assistir. Só nesse final de semana que resolvi criar coragem e dei play. 

Selvagens é bom?

Primeiro de tudo, vou deixar um resumo bem porco sobre a história, mas bem porco mesmo, porque quanto menos você souber, melhor: Ben (Aaron Johnson <3), Chon (Taylor Kitsch) e Ophelia (Blake Lively) são um triângulo amoroso, vivem felizes, cheios da grana, bem confortáveis. Isso porque Chon e Ben plantam a melhor maconha do mundo, do tipo que traficantes da pesada (rs) matam pra ter acesso. O Cartel de Baja, galerinha sanguinária e bolada, quer fazer um acordo com eles, que recusam e, como consequência, Ophelia é sequestrada, deixando a dupla sem muita alternativa do que fazer. 
 A primeira vista, confesso que não botei muita fé na história. O filme segue a narrativa de Ophelia, sob alcunha de O, e talvez seja pelo fato de não conseguir levar a Blake Lively tão a sério assim (eu gosto dela, só pra deixar claro!!!) que me fez achar aquele texto pouco convincente. Como que eu ia engolir, em menos de dez minutos, que aquela relação maluca dava certo, e que aqueles molecões eram tão ~fodões~ pra estarem atrás deles?! A frase que ela lança logo no começo do filme, que deixa a dúvida se tudo acaba bem ou mal (“Só porque estou contando essa história não quer dizer que esteja viva no final” ou algo do tipo), também não me causou muito efeito. Mas tudo bem. Resolvi me revirar no sofá e continuar assistindo. Ainda bem. 

Até eu que sou mais besta rs

 Eu realmente não precisava botar fé logo de cara, porque ao longo dessas quase 2 horas e meia de filme, eles me dariam tudo o que precisava para entender o por quê de Ben e Chon serem muito mais que dois molecões apaixonados pela mesma menina. Primeiro que eles tem todos os contatos necessários para serem tão grandes e conseguirem levar seu “negócio” para frente por tanto tempo. Os dois também tem uma bela sintonia, ainda que sejam o completo oposto um do outro: Ben é ambientalista e filantropo, enquanto Chon é um ex-mercenario e ex-integrante da SEAL. Ben é completamente pacífico, enquanto Chon prefere resolver as coisas no cacete. Diferentes e muito carismáticos.

 Também vale comentar sobre Elena, chefe do Cartel de Baja (os traficantes da pesada), interpretada pela Salma Hayek. Ela tem uma bela postura de chefe, ameaçando quem tiver que ameaçar, dando ordens e sendo muito eloquente, fosse sendo a mulher perigosa, fosse sendo a mulher sofredora, carente de amor filial. Lado (Benicio Del Toro) assume o papel de vilão do filme, pois ainda que não seja o cara mais importante ou mais perigoso, é o personagem que te faz sentir mais ódio, nojo, repúdia. Tentava encontrar um motivo para ele ser tão escroto, mas ele simplesmente o é e ponto, o que me fez gostar – não dele, mas do fato de não precisar ter um motivo. Aproveito ainda pra falar de coadjuvantes como John Travolta, que está simplesmente ótimo como o agente anti-drogas que é uma incógnita, e Emile Hirsch, o garoto inteligente e super útil para a dupla principal.


 Agora um parágrafo para Blake Lively e sua querida O. Lembra que eu disse que não botava muita fé na narrativa dela? Bem, eu terminei o filme ainda achando ela meio tosca, mas com a opinião completamente diferente sobre a personagem em si no filme. Apesar dela ser riquinha, visivelmente mimada e não estar aí pra muita coisa, criei uma grande afeição por ela, enquanto passa por toda essa situação terrível. Ela é muito esperta, muito eloquente, muito sincera e muito intensa. Por mais que pra mim seja inconcebível a idéia de um triângulo amoroso dar certo na vida real, eu consegui acreditar que ela amava aqueles dois da mesma forma, de verdade. E torci para que no final ela estivesse viva, sim.

Sou fodan queridinho

 Esse texto já está muito grande, então é melhor eu já finalizar. Selvagens, além de ser um ótimo filme, com uma história muito bem desenvolvida, tem personagens cativantes, que te fazem torcer para que dê tudo certo para eles no final. Eu confesso que tive medo de verdade por diversas vezes. Me colocava no lugar dos personagens e sofria. Melhor que muito filme de terror. Só achei mesmo que ficou faltando uns dez minutos finais que fizessem jus aos três personagens principais. No mais, fica aqui minha recomendação, meu quote favorito e o trailer do filme:

 “I looked up the definition of savage. It means cruel, crippled, regressed back to a primal state of being. One day, maybe, we’ll be back. For now, we live like savages… beautiful, savages.”

Nesse sábado, decidimos assistir Em Transe, novo filme do Danny Boyle que estreou na última sexta-feira. Tava tudo dando certo: dia bonito, cinema sem fila, finalmente chegamos na hora certa (!!!), porém… todas as salas estavam com o ar-condicionado quebrado. Errr. Ficamos meio decepcionados, mas na hora surgiu um plano B: assistir Laranja Mecânica.

   Na semana passada, o Cinesesc, aqui em São Paulo, trouxe com exclusividade a versão remasterizada de Laranja Mecânica para o cinema. Tentamos até assistir com o Tchoi Moi completo (sdds Érica) no sábado passado, mas os ingressos estavam esgotados, sniff sniff. Por sorte, dessa vez ainda tinha ingresso para a sessão da tarde. Chamamos nosso amigo Rafael Ricardo para assistir conosco, e fomos. 

Laranja Mecânica

 Primeiramente, um ctrl+v na sinopse: Laranja Mecânica é dirigido pelo Stanley Kubrick, baseado na obra homônima de Anthony Burgess. O filme conta a história de Alex Delarge (Malcolm McDowell), líder dos Drugues, grupo de jovens ingleses adeptos da ultraviolência, potencializada pelo leite com drogas do Korova’s Milk Bar. Amante de sexo, roubos e Beethoven, ele é preso após um dos ataques da gangue. Na prisão, é submetido a um tratamento psiquiátrico revolucionário, que promete fazer com que o impulso violento se torne repulsa, mas que tem lá suas controvérsias.

Confesso que eu não estava com muita vontade de ver esse filme mas resolvi dar uma chance, e não me arrependo de jeito nenhum. 

   Eu não estava com nenhuma expectativa e não sabia absolutamente nada da história. Só sabia que era um clássico e que todo mundo adorava e tinha camiseta desse filme RS.

   Acabou que achei o filme sensacional. Mesmo. A direção foi o que mais me impressionou, pois tem várias cenas sensacionais e que me deixaram muito perplexo, e não sei nem explicar o porquê disso. 

   A história é muito boa, bem construída, tem ótimos atores e a trilha-sonora merece um destaque. Só músicas boas e que se encaixam muito bem nas cenas deixando tudo muito mais legal e interessante. Só não gostei muito do final, mas isso não muda muita coisa, pois o filme continua genial, anyway. Pra quem não viu, veja, pois vale muito a pena e com certeza ele não é considerado um clássico à toa.

Bom, eu assisti esse filme quando tinha 13 anos, na época que tinha o dicionário das gírias dele no orkut e adorava um filme polêmico. Não assistia há muitos anos, e juntando isso com o fato de ir à sessão com duas pessoas que nunca assistiram antes, acabei revendo-o como se fosse a primeira vez.

   Primeiro que a realidade do filme é bem horrível. O que Alex e sua turminha fazem é contra qualquer princípio de gente direita: espancar, roubar, estuprar… Nada digno, né rs. Mas apesar de não concordar com nada disso, eu gosto muito do Alex. Ele é um perfeito anti-herói, faz tudo errado, é completamente errado, manipulador, egoísta, mas é extremamente carismático e isso basta pra você se interessar por ele. Sem contar que Alex é ruim simplesmente por ser, e eu gosto muito quando fazem personagens assim, quando não precisa de motivos que justifiquem a maldade dele. E nada justifica a maldade do Alex. Até ele sabe disso, e gosta de ser assim.

  Também vale destacar a fotografia, que é muito boa, bem como a trilha sonora e todo o texto. Você até se perde com o tanto de palavras inventadas no começo, mas logo pega o significado delas. Também gosto do jeito teatral das atuações e falas, e as cenas… Bem, há várias cenas geniais no filme. A narrativa é bem lenta, até porque tem quase três horas de duração (!!!), mas aí é só levar em consideração que é um filme de 1971 (!!! de novo), e que a história é boa demais para se tornar maçante.

  Veredicto: oito anos depois, continuo adorando Laranja Mecânica. Sabe aqueles filmes que você precisa ver ao menos uma vez na vida? Então, esse é um deles. Run, bro!

Sabe quando você assiste a um filme beeeem lento, tão lento que dá vontade de dormir e se perguntar aonde que querem chegar com isso? Então, listamos pra vocês alguns filmes assim, mas que no final têm uma história legal e que acabam mostrando o seu valor (rs).

Filmes ZzzZzz calmos e bons

Anota aí pra vocês verem, nem que seja uma vez na vida:

A Pele Que Habito (2011)

dica A Pele Que Habito (2011)

Roberto Ledgard  é um cirurgião plástico que vive com a filha Norma, que possui problemas psicológicos por causa da morte de sua mãe, que teve o corpo queimado e depois de ver seu reflexo se suicidou. Ele convida a filha para ir  junto com ele para um casamento para ela se socializar, mas acaba que lá ela é estuprada e ela acaba achando que foi ele quem fez isso. A partir dai Roberto começa a elaborar um jeito de se vingar do estuprador.

O que achei?

Foi o primeiro filme do Almodóvar que eu vi, e por mais que eu tenha gostado dele, eu não dormi por muiiito pouco (A Fernanda dormiu RS). A história é muito boa e bem pensada, mas como as coisas demoram muito para serem explicadas e pra ter alguma ação, você acaba perdendo o interesse que você tinha no começo. Eu acho que o final vale muito a pena porque o maior mistério é revelado, mas acho que se tivessem dado uma enxugada eu teria gostado mil vezes mais.

Mal Posso Esperar (1998)

Ao saber que Amanda Beckett terminou o namoro, na cerimônia de formatura, Preston Meyers decide entregar uma carta se declarando para a garota, numa festa onde todos os alunos da escola irão. Nela há também a melhor amiga de Preston, Denise; Kenny, um garoto que só pensa em ~perder a virgindade~, e William, um nerd que planeja se vingar do jock ex-namorado de Amanda, Mike Dexter.

O que achei?

Taí um filme que eu adoro, acho super divertido, mas que sempre preciso assistir em duas partes porque, quando chega na metade, já tô quase fechando o olho. O problema dele é a narrativa lenta – apesar do filme inteiro se passar numa festa, ele não é tão agitado quanto deveria ser, e algumas coisas demoram a acontecer. Mas não se enganem! Apesar disso, Mal Posso Esperar é um ótimo filme, clássico dos filmes adolescentes e super estimado nos EUA. Os personagens são puro amor.

Bom, galera. Todo mundo sabe que o Tchoi Moi adora muito cinema e filmes. E como já faz um tempo que eu não participo de um Tchoi Moi indica, vou falar sobre os últimos três filmes que eu vi no cinema!

Se Beber Não Case – Parte III

vale a penas ver Se Beber Não Case - Parte III


Olha só, eu adoro esses filmes de loucuras e trapalhagens. Principalmente essa saga Se beber não case, porque me lembra muito a Copavet, os jogos da veterinária, que eu adoro.

Acho as aventuras deles muito bacanas, as ciladas, Bino, e eles se dando mal o tempo inteiro.

Maaaaas, achei que esse foi o mais sem graça de todos. Claro que me arrancou umas BOAS gargalhadas, e se fosse um filme único, sem dois deles precedentes, seria HILÁRIO. O problema é que os outros dois, que vieram antes desse terceito, são muito mais hilários. Muito mais engraçados, o que faz a nossa expectativa sobre a parte 3 ser muito maior do que o filme oferece. Eles se enfiam em algumas confusões e tudo mais, mas nada daquela coisa de “Ferrou, não me lembro, preciso correr atrás dos prejuízos”.

Enfim! No final, eles dâo a entender que terá outro filme, e se realmente, ele acontecer, vai ser no mesmo estilo dos dois primeiros. Portanto, na minha humilde opinião, eu não assistiria no cinema. Optaria por outros filmes. Não me importaria de depois comprar o dvd ou assistir pela tv

Vale a pena assistir Depois da Terra

Um filme relativamente curto. Uma hora e meia, de muita emoção. Minha mãe chegou a dar uns belos gritos no cinema! A sorte dela é que o cinema estava vazio e o som do filme encobriu. Hahahaha. Mas esse filme é realmente de tirar o folego.

Depois da Terra bom?

Tem partes onde a gente tem raiva do Will Smith, e outras que a gente tem vontade de chorar de emoção. O Jaden Smith, filho do Will, deu um show. Senti muito do que ele demostrava sentir no filme e foi muito, muito emocionante. Acho que ele vai ter uma carreira como a do pai – que por sinal, não envelhece nunca!

A mensagem do filme, ainda que metafórica, diz que o medo nos atrasa. Devemos sempre viver o momento, afinal, não adianta temer e deixar de viver o agora, sendo que o depois, a gente nem sabe se vai existir.

A única coisa que eu acho que o filme pecou – E MUITO – foi que o filme, uma hora, TERMINA. Fiquei meio sem chão quando vi que já tinha terminado. Queria viver aquilo por mais uma semana, um mês, um ano…  Foi lindo, além de ver algumas morais da história e de ver o que a gente têm feito com o nosso planeta.

Super recomendo, mas se você não aguenta fortes emoções, é melhor ir preparado pra, pelo menos, uma falta de ar

Ultimo Universidade Monstro

Ultimo Universidade Monstro

SENHOR JESUS, QUANTA FOFURA!!! Mike Wazowski criança é simplesmente a coisa mais linda e meiga do mundo.

Eu sou muito suspeita pra falar, afinal, eu AMO animações. Na sala de cinema, ainda mais na estréia, só tinha adultos, porque eles estavam acompanhando a criançada toda que foi assistir o filme. Eu esperei ansiosa por essa estreia e não me decepcionei nem um pouco.

Achei linda a história, quis chorar de dó do Mike! Esse carinha sabe como enfrentar um Bullying, sem esse chororô que todo mundo faz, nos dias de hoje. O filme tem uma história de superação bem bonitinha, mostra que quem faz da gente capaz, é a nossa vontade e não o nosso destino. Além de mostrar que mudar de opinião é sempre válido! Que nem sempre os seus amigos de hoje serão fieis a você até o fim, mas que você pode tirar muito aprendizado de alguém que você julga pela aparência, principalmente quando conhece realmente essa pessoa.

Pra quem gosta de animação, é uma mensagem linda com umas BONÍSSIMAS RISADAS! Amei e quero voltar pra Disney só pra dar mais um abraço no Mike e no Sully! Fofuras mil!

Hoje resolvi dar uma pausa em `séries`na categoria cultura e resolvi postar um filme que há tempos estou para indicar para vocês: Deus não está morto.

Deus não está morto é um filme de drama que que teve sua estréia nos cinemas americanos em março de 2014. Ele foi dirigido por Harold Cronk e estrelado por Kevin Sorbo, Shane Harper, David White e Dean Cain.

Deus não está morto

O filme conta a história de Josh Wheaton, um jovem cristão, que se matricula em uma universidade onde possui aulas de filosofia ministradas pelo professor Jeffrey Radisson, que é ateu. Logo na primeira aula, o professor exige que seus alunos entreguem-lhe uma declaração de que “Deus está morto” para poderem obter uma nota de aprovação, porém Josh se recusa a assinar, fazendo com que por isso Radisson exija que ele prove que Deus não está morto.

É instigante acompanhar o ponto de vista de ambos os lados, e ainda mais incrível ver como o jovem estudante tem ótimos argumentos para provar a existência de Deus.

Eu fiquei impressionada com o decorrer do filme. Adorei e indico para todas as pessoas! É DE ARREPIAR!

Vocês já assistiram esse filme meninas? Gostaram da dica?

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