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O tema dessa semana no Discípulos de Peter Pan é “férias”, com postagens para te ajudar a sobreviver e se divertir durante as semanas em casa. Hoje quis indicar 10 filmes sobre fugir da sociedade, tirando férias do sistema que nos pressiona a viver de um jeito que não queremos. Mas será possível fugir? O que a gente perde? O que ganha? Assista alguns desses 10 filmes e planeje sua próxima aventura — ou aprenda que a real mudança a partir de fuga está na sua cabeça, pois mudando a você, o mundo ao redor se transforma também.

Os Reis do Verão (The Kings of Summer, 2013)

Os Reis do Verão (The Kings of Summer, 2013)
Quando dois amigos ficam de saco cheio dos pais e das regrinhas da sociedade, decidem mudar para a floresta e viverem absolutamente sozinhos. Outro menino acaba se juntando a eles, que sobrevivem de caça — ou tentam — e lidam com vários dilemas de que não estão tirando férias do mundo, mas fugindo dele. Tem cara de filme dos anos 80 mas é de 2013 e completamente apaixonante, lembrando nosso estilo discípulo de Peter Pan de ser com estética de escoteiro, figurinos legais e tratando do crescimento inevitável por qual passamos.

Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, 1986)

Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, 1986)
Ferris Bueller vai ganhar o próprio rolezinho no próximo sábado — veja o “Rolezinho com Peter Pan” para conhecer a nova coluna do site —, afinal ele é um dos maiores ícones de férias do mundo! Ferris resolve tirar o dia de folga do colégio e inventa que está doente. Com a namorada, sequestra o melhor amigo — junto com a Ferrari do pai dele — e vão curtir o dia numa versão melhorada do “Dolce far niente” porque a vida só se vive uma vez. Clássico da juventude.

Na Natureza Selvagem (Into The Wild, 2007)

Na Natureza Selvagem (Into The Wild, 2007)
Assim que McCandless se forma na faculdade, doa todo o dinheiro que tem — pois vem de uma família riquinha — e parte numa aventura esperta para se desligar de todo o materialismo em que foi ensinado a viver e se encontrar no caminho para o Alasca. A história é real e esse filme te tira um pouco da zona de conforto, pois te faz perceber o que realmente importa nessa existência única — como nos “10 momentos para se perguntar por que não?”. Muitas pessoas que assistem a esse filme afirmam que ele as mudou radicalmente por dentro.

Colegas (2012)

Colegas (2012)
Inspirados pelo filme Thelma & Louise, os três protagonistas de Colegas decidem fugir do instituto para pessoas com Síndrome de Down em que estão e correr atrás dos sonhos. Esse longa é brasileiro, doce, divertido e completamente inspirador, daqueles para assistir no fim da tarde com a família, pois não possui nenhum tipo de apelação imbecil.

Moonrise Kingdom (Moonrise Kingdom, 2012)

Moonrise Kingdom (Moonrise Kingdom, 2012)
Quando o escoteiro Sam e a atriz Suzy se apaixonam sem querer, decidem fugir do lugar nenhum em que vivem e passam por todos os desenvolvimentos do amor romântico no meio da aventura! Também fala que se a gente quiser muito uma coisa, precisamos correr atrás dela, mesmo que tenhamos medo das eventuais surpresas. É filme para adultos protagonizado por crianças fantásticas. Falei mais dele no texto “Moonrise Kingdom (2012)”.

Quase Famosos (Almost Famous, 2000)

Quase Famosos (Almost Famous, 2000)
Quando um adolescente de 15 anos entra para o time da revista Rolling Stone dos anos 70, precisa acompanhar uma banda pela primeira turnê nos Estados Unidos, registrando tudo. Fugindo de casa e vivendo o cenário do rock naquela época, descobre o mundo das drogas, do sexo e da poesia musical em todas as suas expressões. Vi quando era mais novo e meu sonho era fugir com a banda Rooney para qualquer lugar do mundo. Quem dera…

Na Estrada (On The Road, 2012)

Na Estrada (On The Road, 2012)
Essa adaptação de Walter Salles é baseada no livro de mesmo nome por Jack Kerouac. Conta a história do cara percorrendo os Estados Unidos com amigos, vivendo o excesso das drogas, dramas, música e dos amores que não podemos amar. A sensação de liberdade e reflexão nesse aqui explode tanto quanto Na Natureza Selvagem e minha vontade depois de assistir é pedir carona com uma garrafa barata de vinho na mochila.

A Lenda de Billie Jean (The Legend of Billie Jean, 1985)

A Lenda de Billie Jean (The Legend of Billie Jean, 1985)
A razão de Billie Jean ter fugido da cidade foi por ter sido acusada de um crime que não cometeu. Lutando pelo que é certo e se transformando no processo, recebe a atenção da mídia e se torna uma lenda viva para os jovens dos anos 80. O filme é considerado cult e tem de tudo um pouco, do drama à ação. As personagens são deliciosas e essa estética vintage te amarra na cadeira, sem falar que discípulos que querem fugir por estarem frustrados com as injustiças do cotidiano vão se identificar bastante.

Férias Frustradas de Verão (Adventureland, 2009)

Férias Frustradas de Verão (Adventureland, 2009)
E aqueles que não têm coragem de chutar o pau da barraca e fugir só com as roupas do corpo? Aos menos radicais só resta planejamento. Férias Frustradas de Verão não narra nenhuma fuga em si, mas a história de um garoto que tinha planos para ir à Europa com tudo pago pelos pais, que ficam falidos e dizem que se ele quiser viajar, vai ter de trabalhar. Ele entra para a equipe de perdedores do parque de diversões local para juntar dinheiro e meter o pé da cidade.

Thelma & Louise (Thelma & Louise, 1991)

Thelma & Louise (Thelma & Louise, 1991)
Duas amigas entediadíssimas com a vida que levam planejam férias nas montanhas. Só que quando elas saem da pequena cidade, se metem numa briga de bar que muda todo o destino, as metendo em uma merda após a outra. Fala sobre os revés que passamos sem planejar — e que a vida pode ser uma vadia e homens criaturas muito malditas. No fim, a escolha de viver uma vida pela metade ou a que almejamos termina sendo majoritariamente nossa.

FILMES INDICADOS POR DISCÍPULOS
Pedi para que discípulos do Clube dos Discípulos de Peter Pan indicassem filmes no tema “férias e fuga da sociedade”. Eis aqui as indicações:

Onde Vivem os Monstros (Where the Wild Things Are, 2012)

Onde Vivem os Monstros (Where the Wild Things Are, 2012)
O filme conta a história de um menino que se sente largado pela mãe (que tem um novo namorado) e pela irmã mais velha (que tem interesses diferentes do dele). Após brigar com a mãe ele foge de casa, entra num barquinho e vai parar numa floresta diferente. Nesta floresta, rodeado por monstros, ele vira rei para evitar ser comido. Escolhi esse filme porque mostra um modo diferente de fugir, o “fugir com a imaginação”. Além de ser um filme maravilhosamente executado com paisagens lindas, pega o adulto e joga na infância, e depois faz crescer de novo em poucos minutos. Mostra como lidar com nossos próprios problemas (refletidos nas personalidades dos monstros) e se fosse pra definir em uma palavra, a única que vem a cabeça é “amor”. É definitivamente um filme sobre amor no sentido mais puro. “I’ll eat you up, I love you so” ♥ — Fabiano Santiago

A Fita Azul (Electrick Children, 2012)

A Fita Azul (Electrick Children, 2012)
Rachel vive em uma comunidade religiosa e isolada e crê ter ficado grávida depois de ter escutado um cassete cor azul, sem ter tido nenhuma relação sexual. Como ninguém acredita na moça, ela foge em busca da voz na fita (um ótimo uso da música “Hanging on the Telephone”), acompanhada de seu irmão e de muita ingenuidade. Ora dando a entender que a garota engravidou imaculadamente, ora nos fazendo acreditar que ela possa ter sido vítima de algum abuso por parte de seu padrasto, o filme nunca deixa clara suas intenções e acaba por perder a oportunidade de discutir temas mais a fundo. — João Vital

Eu e Você (Io e Te, 2012)

Eu e Você (Io e Te, 2012)
Fala sobre Lorenzo, um garoto um tanto anti-social que resolve ficar longe do mundo por uma semana. Para isso ele diz à mãe que esta indo com o colégio numa viagem para as montanhas, só que ele se esconde no porão do prédio onde mora com tudo que precisa para sobreviver: comida, livros, música etc. Os planos são estragados quando sua meia-irmã mais velha, que é uma artista/fotografa viciada em drogas, surge e o chantageia para que ela possa ficar com ele essa semana. A princípio as coisas vão mal por ele ser irritantemente anti-social e ela ser incrivelmente folgada, mas aos poucos, isolados do mundo naquele porão, vão se aproximando. Amo esse filme e apesar de ser do Bertolucci, não tem incesto no final.

Tava de saco cheio de tanto trabalho pra fazer. Faculdade consegue te assustar mais no final do período do que qualquer tipo de devaneio sobre ter meu cartucho de Pokémon roubado e minhas recém 200 horas tiradas de mim. Me permiti sentar, comer rosquinhas (ui) e deixar On The Road rodando em 1080p. Acredite: o filme é mais do que Bella Swan pelada.
Não li o livro “Pé na Estrada” que deu origem a essa adaptação de Walter Salles. Mesmo se tivesse lido, tenho consciência de que apesar de histórias iguais, a forma de expressá-las é diferente (literatura pra cinema). Assim digo para todos os filmes/séries/games baseados em quadrinhos, livros ou afins. Então analiso esse filme como um filme, separado do livro, e de um ponto de vista técnico totalmente meu, ok?

A entrada do filme é um pouco longa, mas já enche os olhos com a saturação. As cores realmente ditam os tons de sentimento de Na Estrada. As cores e os ângulos de câmera (de tirar o fôlego quando temos a perspectiva do passageiro). Mas pra entender melhor, preciso te dizer que a história passa a acontecer quando o escritor Sal (Sam Riley) perde o pai e, percebendo que a vida perde muito dos sentidos que o prendiam a ele mesmo, acaba se unindo a Dean (Garret Hedlund), um Cazuza dos anos 50, e parte por aí pra experimentar coisas totalmente fora da rotina, sempre com muito sexo, drogas e música (as cenas de dança são espetaculares!). 
Algo que me chamou muita atenção foram as personagens de atitudes muito consistentes e facilmente analisáveis (psicologicamente falando), de jeitinho subjetivo. Como quando Dean comenta “deve ser bom ter uma família” e há um corte de cena para uma estrada coberta de neve onde um carro voado passa com Dean ao volante. O vazio que o leva a fazer as coisas que faz. Isso é muito bonito, falando de poesia visual. É sensível.

Também me amarrei em como eles dois se envolveram. A amizade forte dá lugar a um tipo de paixão esquisita, que não fica clara mas dá pra sentir o cheiro (acho que a geração beat tem um cheiro muito específico…). No fim do filme dá pra perceber melhor. E adoro como tratam de sexualidade sem tabu nenhum. Às vezes, Dean me deixava triste. Mesmo que Sal dissesse que gostava de pessoas como Dean, que vivem intensamente, que buscam viver com tudo, eu só via uma casca. Uma casca tentando sentir qualquer coisa. Talvez tenha sido isso que Sal quis dizer, afinal.
Kristen Stewart tem peitos muito bonitos, obrigado, mas os gemidos… deuses! Ela geme muito mal! Só que vou tirar o chapéu pra garota: ela está maravilhosa. Além de legalmente loira, a mulher é linda até o osso. A fotografia e a iluminação só ajudaram a destacar essa beleza simples dela. Como personagem, Marylou, ela faz bem, é estável. No começo não parece, mas depois… O longa se segura muito bem nisso, em atores de calibre como Viggo Mortensen (que além de mostrar o saco escrotal, mostra que é um ator épico. Sem piadas com O Senhor dos Anéis, por favor) e Kirsten Dunst (que interpreta Camille, esposa de Dean). 
Dou destaque especial para Amy Adams, que faz a Jane, drogadinha-mãe-de-família-louca-por-lagartixas. Uma característica do uso das drogas bem comentada no começo do filme é a tremedeira nas mãos. Amy, durante toda sua presença em cena, mantém a nível assustador a fidelidade a esse efeito. Dá um doce pra ela, tá, produção?

Acho que é um filme de busca, de correr atrás de qualquer razão, qualquer inspiração, seja pra viver ou escrever um livro. Fala de desapego e dos amores que não podemos amar. Fala de se afogar em ilusões (hoje muito bem colocadas pela mídia, pela “vida noturna descolada”, o que filmes desse tipo tentam quebrar em paradoxo ao apoio que inspiram) pra entorpecer o “nada” da solidão, do medo de sentir de verdade. 
É uma trip, uma viagem exagerada entre dois caras que são opostos, mas que procuram um no outro o que lhes complete. Por isso os atores funcionam muito bem, por isso o casamento do roteiro com a história brilha: ficou tudo claro. Dá pra entender, acompanhar, sentir, se excitar, julgar e pegar um carro pra voar pelas estradas de pureza só pra entender que depois vamos querer voltar pra casa.
Se não fosse pela instabilidade narrativa (começa bem, fica mais ou menos, fica ótimo e depois acaba), consideraria um ótimo filme. E me dá dó não ter colocado o título entre meus favoritos. Mas cumpre proposta e chega a parecer cult. Que bom que não é.

Pesado, chato, apelativo, complicado, entediante, demente, vulgar, cult demais: essas são as desculpas que sempre ouvi e, em tempos, dei para deixar a obra literária de Vladimir Nabokov namorando poeira na prateleira. Lolita é uma história polêmica, marcante e, na minha opinião, sexy e desgraçada nas medidas certas. A segunda adaptação para o cinema é o foco de discussão na nova categoria, cara!
Ganhei o livro de uma amiga ruiva, com ótimo gosto pra moda e mágico olho de fotógrafa. Minha avó tinha me oferecido a história antes, mas ninguém despertou meu interesse como essa amiga. Na dela, li o livro, gamei e, por recomendação, assisti a adaptação de Adrian Lyne (Proposta Indecente) enrolado nos edredons, traçando uma lata de leite condensado (o que talvez tenha sido uma mensagem do meu subconsciente que ainda não compreendi…).

assistir Filme Lolita

Seria estúpido desejar que o filme contasse todos os muitos detalhes da história de Humbert Humbert lá em 1947, por isso a abertura atira na nossa cara o melhor trecho do livro, o primeiro, enquanto esse mesmo homem, coroa, professor, dirige exausto, o rosto e as mãos colados em sangue, buscando manter sobre o banco do carro o revólver e um simples clipe da cabelo. Nesse pedacinho de cena, fica claro como esse homem se sente atraído por uma menininha e que sua paixão o levou a fazer loucuras.
O filme nem chega perto da vulgaridade. Ela, com 12 anos, não é tão inocente quanto deveria ser. Ele, bem mais velho, é torturado pelos atos da criança e ainda na introdução tenta definir o porquê de se sentir maravilhado por meninas tão jovens. Lolita é a primeira que ele toca e toda a trama se desenvolve daí, de um relacionamento desfuncional, imaturo e exagerado de paixão. Mesmo com todo o jogo sexual, a vulgaridade dá espaço para gestos menos expostos de carinho, como o sarrar dos pés ou ela se sentando no colo dele para ler alguma coisa. Não espere longas cenas de sexo, muito menos claras. O filme não é sobre isso.

Filme Lolita

Filme Lolita

Jeremy Irons interpreta o professor inglês de segredos profundos, traçando bem os limites entre um homem mascarado para a sociedade e um charmoso cheirador de roupas infantis (é verdade) que passa a morar na casa da viúva Charlotte Haze ― interpretada por Melanie Griffith ― em Nova Inglaterra, para ensinar francês na universidade. Essa mulher claramente em crise, solitária, beira a insanidade em certos momentos, se entorpecendo com remédios, odiando a beleza (subjetivamente) e personalidade da filha, Dolores, ou, para alegria geral dos cinquentões, Lolita (Dominique Swain).

A filha é ousada, cínica, mandona, mimada e a mãe não suporta nada que venha dela. Tanto que seu desejo é trancá-la num colégio interno e viver em paz com o homem que poderia tapar o vazio dentro dela, nosso professor Humbert, até descobrir quais foram as reais intenções do cara ao aceitar se hospedar na casa da família Haze: atração doentia por Lolita. Prestes a contar o segredo do homem, o destino move seus dados e, num simples atropelamento, ela morre, deixando nas mãos de Humbert a tutela de Dolores. 
É aí que o limite para o relacionamento deles se mistura com longas viagens de carro pela América do Norte, lojas de conveniência, excesso de doces e apelidos incestuosos, como “papai”. Depois vem o ciúme, o medo de perder, o medo de ser exposto, o medo de perdê-la, a paranóia. E o resto é preciso ver o filme pra não perder o encanto.

Ainda está pra acontecer a adaptação perfeita do livro para o cinema, mas essa chega bem mais perto do que a primeira, de Stanley Kubrick. Em vários momentos me peguei excitado pela situação e paradoxalmente enojado, vomitando repulsa. Essa emoção despertada é exatamente o que Humbert Humbert sente, só que ainda maior! E transmitir esse tipo de coisa exige um trabalho, no mínimo, sincero.

Sabe quando você assiste a um filme beeeem lento, tão lento que dá vontade de dormir e se perguntar aonde que querem chegar com isso? Então, listamos pra vocês alguns filmes assim, mas que no final têm uma história legal e que acabam mostrando o seu valor (rs).

Filmes ZzzZzz calmos e bons

Anota aí pra vocês verem, nem que seja uma vez na vida:

A Pele Que Habito (2011)

dica A Pele Que Habito (2011)

Roberto Ledgard  é um cirurgião plástico que vive com a filha Norma, que possui problemas psicológicos por causa da morte de sua mãe, que teve o corpo queimado e depois de ver seu reflexo se suicidou. Ele convida a filha para ir  junto com ele para um casamento para ela se socializar, mas acaba que lá ela é estuprada e ela acaba achando que foi ele quem fez isso. A partir dai Roberto começa a elaborar um jeito de se vingar do estuprador.

O que achei?

Foi o primeiro filme do Almodóvar que eu vi, e por mais que eu tenha gostado dele, eu não dormi por muiiito pouco (A Fernanda dormiu RS). A história é muito boa e bem pensada, mas como as coisas demoram muito para serem explicadas e pra ter alguma ação, você acaba perdendo o interesse que você tinha no começo. Eu acho que o final vale muito a pena porque o maior mistério é revelado, mas acho que se tivessem dado uma enxugada eu teria gostado mil vezes mais.

Mal Posso Esperar (1998)

Ao saber que Amanda Beckett terminou o namoro, na cerimônia de formatura, Preston Meyers decide entregar uma carta se declarando para a garota, numa festa onde todos os alunos da escola irão. Nela há também a melhor amiga de Preston, Denise; Kenny, um garoto que só pensa em ~perder a virgindade~, e William, um nerd que planeja se vingar do jock ex-namorado de Amanda, Mike Dexter.

O que achei?

Taí um filme que eu adoro, acho super divertido, mas que sempre preciso assistir em duas partes porque, quando chega na metade, já tô quase fechando o olho. O problema dele é a narrativa lenta – apesar do filme inteiro se passar numa festa, ele não é tão agitado quanto deveria ser, e algumas coisas demoram a acontecer. Mas não se enganem! Apesar disso, Mal Posso Esperar é um ótimo filme, clássico dos filmes adolescentes e super estimado nos EUA. Os personagens são puro amor.

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