Category: Dica de Filmes

Discípulos de Peter Pan - DDPP - 10 filmes de alienígenas estilo found footage

Found footage é o gênero “filmes perdidos”, daqueles em que as fitas funcionam como evidências para casos inexplicáveis achadas anos depois — geralmente gravados pelas próprias personagens. Começando nos anos 70 com Holocausto Canibal, voltaram no fim dos anos 90 com A Bruxa de Blair e se misturaram com alienígenas no filme Contatos de 4º Grau. Na lista de hoje, 10 filmes desse gênero envolvendo visitantes extraterrestres, naves espaciais e descobertas perigosas!

Estranhas Criaturas (Alien Abduction: Incident in Lake County, 1998)

Estranhas Criaturas (Alien Abduction: Incident in Lake County, 1998)
Um dos melhores filmes do gênero found footage com alienígenas é esse noventista que desenha na tela todo o desespero que seria se sua família, num jantar especial, esbarrasse com a visita de aliens pesquisadores. É ótimo e a estética é demais!

Alien Abduction (Alien Abduction, 2014)

Alien Abduction (Alien Abduction, 2014)
Como se fosse uma versão moderna de Estranhas Crituras — e tem quase o mesmo título —, narra a história de uma família que sai de férias para acampar e fica presa num túnel com dezenas de carros abandonados, alguns ainda ligados. Tentando fugir, eles veem “coisas estranhas” e se perdem na floresta, pro nosso desespero.

Skinwalker Ranch (Skinwalker Ranch, 2013)

Skinwalker Ranch (Skinwalker Ranch, 2013)
Apesar dos pesares, achei muito legal. Não é a melhor história do mundo — e não dá pra esperar muita coisa de um found footage. Entrega um enredo interessante, possui efeitos legais e sustos escondidos que arrepiam um bocado. Uma equipe de investigação vai filmar a fazenda dum cara, pois o filho dele desapareceu depois que uma forte luz piscou. Eles registram todos os acontecimentos bizarros do lugar.

Unaware (Unaware, 2010)

Unaware (Unaware, 2010)
O que mais gosto nesse é que o filme em si só acontece no final, deixando partes enormes para você acreditar que o casal viajando para o Texas é mesmo um casal — só que ao mesmo tempo que é interessante, lerda o filme. Chegando no Texas, encontram um galpão militar da família do cara. Quando abrem, encontram coisas que não deveriam ser descobertas — e que vai dar merda pro lado deles.

Cloverfield - O Monstro (Cloverfield, 2008)

Cloverfield – O Monstro (Cloverfield, 2008)
Outro ótimo found footage é esse onde um cara vai se mudar para o Japão e dá uma festa de despedida. Do nada, algo estranho cai do céu e causa destruição por onde passa, a ponto de a cidade inteira entrar em chamas e as pessoas correrem pela sobrevivência. Veja com amigos!

Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind, 2009)

Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind, 2009)
Perdi o sono algumas noites depois de uma cena desse filme. Supostamente “baseado em fatos reais” fala sobre uma série de desaparecimentos no Alasca e uma pesquisa usando hipnose para saber o que aconteceu a essas pessoas. É bizarrinho, meio perturbador.

Apollo 18 - A Missão Proibida (Apollo 18, 2011)

Apollo 18 – A Missão Proibida (Apollo 18, 2011)
Acho que esse é o que menos gosto na lista. Não que o dispense por completo, pois apresenta um tipo diferente de alienígenas, mas como um filme inteiro ele peca. Na missão espacial escondida do público sob a placa de cancelamento, mostra os vídeos perdidos do que foi encontrado na Lua e preferiram esconder para não causar pânico no mundo. Se você é emocionalmente claustrofóbico ou odeia solidão, prepare-se.

V/H/S 2 (V/H/S 2, 2013)

V/H/S 2 (V/H/S 2, 2013)
Esse filme é composto por diversos curtas de terror! É genial! Um dos filmes dentro do longa é sobre alienígenas nem um pouco amigáveis. Adoro ver esse filme inteiro, mas só esse curta dos alienígenas vale o entretenimento. Paixão define ♥


Distrito 9 (District 9, 2009)

Distrito 9 (District 9, 2009)
Em vez de chegarem destruindo tudo, alienígenas pedem abrigo em nosso planeta pois são os últimos sobreviventes do planeta deles. Fazendo analogia às culturas em minoria que “surgem” em países mais desenvolvidos para melhorarem de vida, os homens tratam com preconceito e descaso os visitantes — agora co-habitantes em favelas. O filme se desenrola daí, bem fodinha.

Hangar 10 (Hangar 10, 2014)

Hangar 10 (Hangar 10, 2014)
Achei parado quase o tempo todo. Lembra um pouquinho a estética de A Bruxa de Blair, mas conta a história de caçadores de metais preciosos e tesouros que se metem no meio do mato e fazem contato com luzes barulhentas que causam mais mal à saúde que cigarro. O final é muito maneiro, dá um desespero, mas de resto não é lá grande filme — entrou aqui por ser curioso. Vai que você gosta?

Incidente em Wicksboro (The Wicksboro Incident, 2003)

Incidente em Wicksboro (The Wicksboro Incident, 2003)
Resolvi incluir esse filme como bônus, pois parece um documentário real. Uma dupla de diretores resolve gravar o testemunho do único homem que sobrou após um incidente bizarro onde uma cidade inteira do Texas desapareceu do mapa em 1953. Investigando o caso, percebem que alienígenas talvez estejam manipulando o mundo a níveis que não imaginamos. Gostei bastante pela veracidade das situações em que os protagonistas se envolvem. Parece de verdade.

Tem algum filme pra indicar? Comente!

10 filmes sobre jovens solitários, incompreendidos e incríveis

O tema dessa semana é jovens idosos, aquelas pessoas — não apenas jovens — que se sentem fora de época. São chamados de “velhos” pelos familiares, de “chatos” pelos amigos e ao mesmo tempo servem como totem de confiança quando o assunto é responsabilidade. O lado ruim para um jovem idoso se aceitar — ou qualquer pessoas que não compreenda a inestimabilidade da própria personalidade — é que o mundo critica qualquer coisa. Se ele não quer sair e falar com todo mundo, se não quer beber a ponto de passar mal ou se não quer largar o mundo que criou na própria mente, é personificado como alguém “errado”. Esses filmes nos lembram que não há nada errado em ser o que se é e que as pessoas mais incríveis são tachadas de “esquisitas” por pessoas secas e julgadoras.

Forrest Gump, o Contador de Histórias (Forrest Gump, 1994)

Forrest Gump, o Contador de Histórias (Forrest Gump, 1994)
E se um cara considerado “estúpido” participasse das maiores mudanças dos EUA e tivesse um dos corações mais bonitos que você chegasse a conhecer? Esse é Forrest Gump, personagem cativante num filme incrível e aclamado até hoje. Demorei um tempo para assistir — e parte da minha vontade de vê-lo veio da música de mesmo título do meu futuro marido, Frank Ocean —, mas depois que assisti vi mais duas vezes de tão maravilhoso. É sobre amor, aceitação, superação e muita história para contar!

Billy Elliot (Billy Elliot, 2000)

Billy Elliot (Billy Elliot, 2000)
Imagine uma sociedade extremamente machista e ignorante que… bem, não precisa imaginar. A gente vive numa sociedade assim. Um moleque é treinado pelo pai para lutar boxe, mas é encorajado a fazer balé porque possui a arte na veia. Ele se apaixona pela dança, enfrentando todos os tipos de preconceito possíveis! O filme é encorajador, envolvente pra caramba e com final esplêndido. É obrigatório na filmoteca de todo jovem incompreendido — na idade que for. Assista com a família!

Donnie Darko (Donnie Darko, 2001)

Donnie Darko (Donnie Darko, 2001)
Suspeito de sofrer com esquizofrenia, Donnie é um moleque “estranho” dos anos 80: ríspido, individualista e rebelde. Quando um coelho gigante e bizarro o salva de ser atingido pela turbina de um avião que ninguém sabe de onde veio, ele se torna o messias de um mundo que acabará em pouco tempo. Será que é realidade? Será que Donnie é esquizofrênico mesmo? Um dos meus filmes preferidos, tem Jake Gyllenhaal e Drew Barrymore no elenco. Sem falar que a trilha sonora é de partir o coração e o final de embaralhar a mente.

Frances Ha (Frances Ha, 2013)

Frances Ha (Frances Ha, 2013)
Outro filme que sou declaradamente fã é Frances Ha. Frances não é jovem de idade — já na casa dos 30 anos —, mas todos os questionamentos e a busca por uma vocação, companhia e um lugar no mundo, generaliza a realidade de que todos nós precisamos nos encontrar antes de esperar qualquer tipo de aprovação exterior, justamente para cagar para ela. Falei do filme aqui e no artigo

Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011)

Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011)
Oskar é uma daquelas crianças que nasceram com o cérebro funcionando a todo vapor, facilmente identificáveis pelas grandes capacidade intelectuais. Ainda sem digerir o fato de que o pai morreu na queda das Torres Gêmeas, encontra uma chave que o guia para uma busca pela cidade de New York, onde se desenvolve como ser humano e aprende com os outros o que importa nessa vida. Você vai chorar um bocado.

Preciosa - Uma História de Esperança (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire, 2009)

Preciosa – Uma História de Esperança (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire, 2009)
Se você acha que sua vida é uma merda é porque não conhece a história de Precious. Ela é uma garota negra, acima do peso, estuprada pelo pai, atacada pela mãe, ignorada pela sociedade, analfabeta e, é claro, pobre. Não espere mundos rosinhas ou a capacidade de sonhar aqui. É um soco no estômago. Dá vontade de chorar, de bater em alguém e de fazer o mundo ser mais justo para todo mundo. É uma experiência incômoda e dolorosa de assistir.

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011)

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011)
Outro filme cheio de sensibilidade e jovens incompreendidos é A Invenção de Hugo Cabret, que narra a história de Hugo tentando ligar a última invenção do pai: um robozinho. Última invenção porque o pai do garoto morre e ele passa a viver sozinho, com doze anos de idade, numa estação de trem parisiense. A jornada de Hugo é ligar o robô e se virar para sobreviver na Europa do século 20…

A Mentira (Easy A, 2010)

A Mentira (Easy A, 2010)
Olive não era uma menina solitária e incompreendida até ser chamada de piranha no colégio. Depois que uma mentirinha de que ela perdeu a virgindade com um cara mais velho roda a escola e os garotos resolvem se aproveitar do boato para se promoverem, ela fica no dilema entre assumir a verdade ou abraçar esse boato para ter a atenção das pessoas. É quando ela começa a perceber que a atenção não vale a pena, já que quando você não é mais útil, ninguém liga se você está bem ou não. Se amar é a chave para viver bem.

A Família Addams (The Addams Family, 1991)

A Família Addams (The Addams Family, 1991)
Não só esse filme da Família Addams, mas também o segundo, fazem parte de uma das melhores representações de “desertados” da sociedade que aprenderam a se virar muito bem sozinhos. Aprendi com essa família que os defeitos que temos podem ser defeitos para os outros, mas se aprendermos que nada é 100% negativo ou positivo, tendo noção de que somos o que somos e dane-se, a vida é muito mais musical, engraçada e milagrosa. Era meu filme de cabeceira quando tinha sete anos.

Poder Sem Limites (Chronicle, 2012)

Poder Sem Limites (Chronicle, 2012)
Alguns desses jovens solitários, incompreendidos e incríveis acabam caminhando por uma estrada escura quando o mundo se mostra hostil. É o que acontece com um dos três meninos que ganham poderes de um cometa radioativo — ou algo do tipo. Juntos desenvolvem habilidades telecinéticas ilimitadas que culminam em eventos desastrosos para a mente e uma cidade dos Estados Unidos.

Desde que publicava no Alienrique que tenho de desejo escrever resenhas de livros, dizer o que gosto ou não gosto nos filhos dos escritores (publicados ou não, por editoras ou independentes). Pra estrear a categoria, trago pra vocês o livro que dará origem ao próximo filme estrelado por Daniel Radcliffe (isso, o eterno Harry Potter): “Horns”. Ou “O Pacto”, em português. É, né.

Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida.

Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro.

Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis.

Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora.

Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.

Não foi difícil viciar na obscuridade inteligente de Joe Hill, que conseguiu me fazer acordar de uma bebedeira louca com Ig, sentindo todos os efeitos massacrantes do álcool, e encontrar na testa um par de chifres diabólicos. O autor tem essa técnica onde todas as personagens possuem trejeitos e características essenciais para que ganhem vida própria usando nosso corpo pra manifestar emoções como pena, revolta, prazer ou tristeza.

Seu trabalho descritivo, seja de cenas ou das “vidas” dentro da história, são de uma falsa simplicidade de encher os olhos. Falsa porque, mesmo parecendo uma sucessão de apontamentos e explicações objetivas acerca dos locais (muito bem esquematizados), por exemplo, é de um trabalho de lapidação absurdo, saber a ordem do que é dito, transmitir a visão mais singular do que ele imaginou sem deixar de oferecer ao nosso cérebro o poder de imaginar em cima disso. E acho que autores desse nível estão cada vez mais raros (ou com histórias mais, hmm, ruins).

O livro é uma caixinha de sadismo pra levar na mochila. Temos um protagonista que aos poucos se torna o próprio Diabo (mesmo que sua índole esteja mais para uma criança inocentemente alcoólatra) num mundo que poderia muito bem ser o inferno, já que os próprios humanos atuam como demônios de primeira linha, cruéis, mentirosos, sujos, babando pecados pelas ventas. Trabalhar no conceito de que todo mundo na história é suscetível aos poderes dos chifres e dão a falar sobre seus segredos mais cabeludos para Ig é uma clara ironia de que o ser humano é um amontoado caótico de carne e desconceitos: até o Diabo duvida do que eles podem fazer.

E mesmo que a história parta do princípio de como ele conseguiu um par de chifres depois de uma noite chumbada, o desenrolar é desesperador quando você entende que a resposta pra isso é subjetiva, quase poética. Isso mata bastante a expectativa. Só não destrói o final ou desmerece o trabalho técnico de fechamento (e a criatividade invejável) de Joe Hill em “Horns” (falando nisso, acho que o título em português não foi feliz).

Como dito na sinopse, Ig descobre a partir de seu irmão quem é o verdadeiro assassino de Merrin, sua namorada. E 60% de minha admiração por Joe Hill ficou colada com Superbonder na capa do livro quando ele nos presenteou com o nascimento de um sociopata que pode ser colocado na prateleira como uma obra-prima. Quando, então, ele é inserido na história (e nós já sabemos quem ele é), é na leitura dos trejeitos que falei no começo que você acredita sem questionamentos que estamos falando de um assassino frio e apático que se esconde nos véus da sociedade pra saciar desejos esquisitinhos. Fica até difícil não ligar pra polícia e dizer “prendam Joe Hill!”, pois seu estudo de comportamento psicológico pra montar o assassino é tão completo que a gente suspeita que o próprio autor se colocou na obra como o grande vilão (porque o Diabo é o menor dos problemas!).

Pra finalizar, o cheiro de cigarro e álcool fica impregnado na sua camisa de [insira aqui o nome da sua banda de rock clássico preferida]. As inspirações puxadas do gênero musical deixam que o livro se torne pop sem a futilidade da literatura popular atual. Fica descolado, com ritmo e, cara, soma respeito. É legal ver os roqueiros da cidadezinha americana fazendo merda na rua, com fama de malucos, e acordar ao lado de Ig com ressaca e dor de cabeça. Diabo, inferno, rock e literatura: deuses, como eu amo o século XXI!

A capa é legal (tem tudo a ver com a história, você vai entender) com arranhões, o nome do autor e o título em acabamento envernizado; a diagramação é simples (a escolha da fonte para os capítulos não foi tão legal, por outro lado) e a qualidade do papel se destaca (coisa da Sextante, adoro).

É pra quem curte histórias de assassinatos com só um toquezinho de sobrenatural, já que o tema não é levado a fundo. É só um diferencial bem medido e responsável por realizar as dezenas de piadas comparativas entre o Diabo e o homem: quem é perigoso, afinal? Quem manda, quem obedece? E até o papel do Capiroto como auxiliar mão-direita de Deus, o pai irritadíssimo e irresponsável.

Aqui um vídeo com o Joe falando do livro. Tá legendado em português

Sobre o filme, você pode ver a foto de Daniel Radcliffe como Ignatius Perrish aqui. Não recomendo ver a foto até terminar o livro, porque tenho certeza que a imagem que Joe Hill quis passar de Ig não é a mesma que o cinema vai tentar vender o filme. Não tô reclamando, já que compreendo que são duas mídias diferentes, o cinema da literatura, mas como leitor, acho que vai limitar muito sua percepção visual da personagem. Sei lá, sugestão.

Dia das Bruxas foi ontem, mas o final de semana começa só amanhã! Pra não perder o pique trevoso dessa festividade macabra, reuni quatro filmes com temática “sobrenatural” pra você assistir com os amigos ou só – se tiver coragem. Tá, são filmes simples, não dão tanto medo, mas são ótimos pra comemorar com um sorvetão. Se joga na cama e aperta play!

Quero mostrar esses quatro longas maravilhosos, de época diferentes, de abordagens diferentes. O primeiro pôster é do filme Contos do Dia das Bruxas (Trick r’ Treat), de 2007, que narra uma história maior a partir de quatro curtas que se misturam. 

Dica de filmes para o halloween

É o Halloween incorporado em suas crendices (as abóboras, os mortos caminhando na Terra por 24 horas e até um azarado psicopata), de perspectivas diversas (desde o que crianças fazem, pedindo doces nas casas, aos adultos safadinhos que se fantasiam num carnaval americanizado pra conseguir sexo fácil). O grande barato de tudo é como cada história se interliga devagarzinho, como uma só cena dá gancho pra continuar outra história (todas se passam no mesmo bairro). 
O visual, apesar de não ser do tipo mais caro e mais produzido do cinema, é uma jóia, assim como os cenários: tudo transmite a sincera força que tem essa festividade. Ótimos tons de laranja, preciosos tons de vermelho (Anna Paquin, a Sookie de True Blood, que o diga!) e bom manuseio de estereótipos (a menininha estilo Carrie, A Estranha que ri por último) e por aí vai. O tempo passa sem nos dar chance de perceber. 

Já com as Jovens Bruxas (The Craft, 1996) preciso levantar a bandeira do “eu sou suspeito”. É um dos meus Top 5 e não vai sair de lá nem com porrada. Sarah (Robin Tunney, Teresa em The Mentalist) se muda para Los Angeles depois de tentar suicídio. No colégio católico, se mistura com as três badgirls com fama de bruxas: Nancy (Fairuza Balk, Sapphire do épico Quase Famosos), Rochelle (Rachel True, nenhumpapelimportante) e Bonnie (Neve Campbell, eterna Sidney Prescot da franquia Pânico). 
Juntas, humilham o cara mais galinha da escola, ficam ricas, lindas, fazem as vadias ficarem carecas e invocam o poder de um deus ancestral muito irritado. O que me faz gostar dessa falsa futilidade é a maneira com que os rituais são tratados (nada de efeitos especiais exagerados, mas sim velas e palavras convictas), quartos com lareira + sorvete + amigas fazendo bruxaria e O FIGURINO! Estilo rocker e excessos de crucifixos marcaram esse clássico teen dos anos 90! Se não viu, tá na hora!

Vi agora que O Segredo da Cabana (The Cabin In The Woods, 2011) teve sua estreia cancelada nos cinemas do Brasil, infelizmente. É o melhor filme de terror lançado há um bom tempo (apesar de amar Atividade Paranormal, o roteiro e a trama desse longa supera pelo conteúdo) e dividiu opiniões. No trailer, o filme diz que “você acha que conhece essa história”, e é isso que parece: você jura que já viu esse filme várias outras vezes.
Porque são jovens doidos por farra se hospedando numa cabana no meio do nada. O que você espera? Assassinos em série com máscaras de hockey, nem um pouco de inteligência das personagens e um conto inútil que, no fim, só serviu mesmo pra dar dinheiro à produtora. Só que estamos falando de O Segredo da Cabana e você vai ver que NADA É O QUE PARECE! Em caps!
Além de inteligentíssimo, consegue ser engraçado num momento ou outro tanto quanto consegue assustar (e assusta!). Além de ser uma ironia ao mercado cinematográfico, uma piada contra os hipócritas “sóbrios” da sociedade e uma homenagem sem medidas ao gênero horror. Já tem pra baixar em 1080p, então não espere sair em DVD: marca pra assistir no sábado!

Forma de Assistir os filmes

Bom achamos uma boa forma de ver todos esses filmes melhor que a Netflix, o termo se chama Iptv nele tem todos canais de tv e mais de 10 mil filmes, o melhor só pedir se não tiver um filme simples né? então agora é so comprar lista iptv e ser feliz.

Por último, outro do meu Top 5: Os Garotos Perdidos (The Lost Boys, 1987). Só posso dizer que o fato de eu usar brinco numa orelha só saiu daí, que gastei uma fortuna pra comprar o sobretudo que nem o do vampiro-teen-quando-vampiros-teen-eram-vampiros-de-verdade David (Kiefer Sutherland) e que o próprio Kiefer era uma de-lí-ci-a quando mais jovem. Na verdade, o elenco quase todo era formado por piteizinhos. 
Quando a mãe fica quebrada depois de se separar do marido, Michael e Sam acompanham a linda senhora Lucy para Santa Carla, onde se hospedam na casa do pai dela, o excêntrico avô taxidermista com cara de maconheiro. Depois de conhecer Star num show na orla (E QUE ORLA MARAVILHOSA PRA QUEM CURTE ROCK E BEBER NA RUA, COMO EU), se envolve com um grupo de motoqueiros que só faz coisa doida. 
Logo passa a dormir de dia e festejar à noite e aprende que ser imortal pode ser um incômodo quando você tem um irmão mais novo e uma mãe pra deixar orgulhosa. Sam, o caçula viciado em quadrinhos, conhece os irmãos Frog (um deles é o eterno Bocão dos Goonies, Corey Feldman) e partem na caça dos vampiros com altíssimo senso pra moda punk, cabelos compridos feitos sob design e decoração.
Nem vou falar que você vai ser um cocô pra mim se não assisti

filmes e uma série indicados para o Dia das Bruxas

Essa vida de blogueiro pode ser muito solitária! Aproveitando o Halloween, resolvi chamar amigos com blogs para criar uma lista onde cada blogueiro indicaria um filme diferente para ver no Dia das Bruxas! É quase como se estivéssemos fazendo nossa listinha pessoal para assistir no dia em que nos encontrarmos! Espero que você goste! Se quiser mais posts de Halloween, acesse essa categoria e não deixe de visitar o blog dessa galera!

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O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974)

O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974)
Em tempos passados já fui um fã de filmes de terror. Passava horas assistindo e conversando sobre eles, mas aos poucos foram se tornando repetitivos. Aí comecei a debandar para outros gêneros. Logo, não poderia ser mais difícil indicar algo pro , por mais que indicar filmes de terror seja bem lugar-comum nessa situação. Partindo do ponto que um dos meus novos filmes favoritos da vida — The Rocky Horror Picture Show — é um filme clássico de Halloween, me lembrei de outro que assisti anos antes e que me divertiu da mesma forma. O Jovem Frankenstein passando num Telecine da vida foi uma das melhores coisas que eu já assisti. Não sou de comédias, mas filmes como esse e Rocky Horror me conquistam de uma forma que não sei explicar. O Jovem Frankenstein é uma paródia genial, diga-se de passagem, do clássico filme do Frankenstein. Nunca assisti ao original, mas consegui aproveitar a paródia sem problemas. Temos o médico e sua criatura outra vez, e o único desejo do monstro é ser amado. O Dr. Frankenstein de Gene Wilder é SENSACIONAL. Acho que poucas vezes eu ri tanto com filme quanto com O Jovem Frankenstein. Para quebrar a tradição dos filmes pesadões de terror, acho mais que válido uma comédia baseada no gênero, afinal, a festa do Dia das Bruxas já não é mais o finados que foi antes. O espírito da coisa é se divertir

Abracadabra (Hocus Pocus, 1993)

Abracadabra (Hocus Pocus, 1993)
Queria indicar Abracadabra porque foi o primeiro filme sobre Halloween que assisti na vida e gostei bastante. Eu pude perceber como era o Halloween tradicional e não senti medo por isso. Muito pelo contrário, me diverti muito! Não lembrava da existência desse filme até que um dia vi o finalzinho na TV! Fiquei, tipo: “CARACA! ADORAVA ESSE FILME QUANDO ERA PEQUENA”! Tinha o VHS e tudo

Os Fantasmas Se Divertem (Beetlejuice, 1988)

Os Fantasmas Se Divertem (Beetlejuice, 1988)
Beetlejuice é um filme pra você assistir no início da noite de Halloween, enquanto come amendoim se aquecendo pra gritar mais tarde. É um clássico, constantemente mencionado, e segue o gênero comédia e terror. Dirigido por Tim Burton, Beetlejuice tem que fazer parte da sua noite das bruxas porque nem só de terrorzão vive essa data: cadê os doces, travessuras e diversão

O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas, 1993)

O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas, 1993)
O porquê de ter escolhido O Estranho Mundo de Jack é que você pode passar o Halloween e Natal com clássicos do terror de fazer gritar e se esconder debaixo das cobertas, ou optar por algo “família”, que remete à infância de muitos marmanjos. Jack é uma mistura genial de animação fúnebre e musical marcado por letras que te fazem — de alguma forma — sentir medo! É fantástico! Também pelo fato do prefeito da Cidade do Halloween ter duas caras, que é uma sátira criada por Tim Burton para todos os políticos, visível quando o prefeito diz: “Jack, por favor, sou apenas um representante eleito, não posso tomar decisões sozinho”. Quis trazer algo que tivesse relação com música, um dark humor

Manequim 2 - A Magia do Amor (Mannequin: On the Move, 1991)

Manequim 2 – A Magia do Amor (Mannequin: On the Move, 1991)
Por mais que o nome tenha amor e a capa remeta a um romance, o filme tem muitas aventuras e uma história macabra por trás — e sempre é transmitido na Sessão da Tarde em véspera de Halloween. Ele inicia com o príncipe Willian apaixonado pela camponesa Jessie, e decide se casar com ela. Como toda história de amor, a rainha do reino (mãe de Willian) é contra o casório e procura um feiticeiro para lançar uma maldição em Jessie, para que assim eles se separem para sempre. Com isso, ela dá de presente um colar mágico que transforma a pessoa num manequim. Mil anos se passam e um funcionário chamado Jason Williamson resolve arrumar o manequim duma loja de roupas, tirando o colar. Quebrando o feitiço, ele se apaixona pela moça. Porém, o feiticeiro que a amaldiçoou resolve entrar na brincadeira e perseguir os dois. Nessa fuga, Jessie e Jason contam com a ajuda de um promoter que fará de tudo para ajudar o casal. Sem sombra de dúvidas esse é um dos meus filmes preferidos de Halloween! Também o escolhi por ter marcado a infância de muitos. Aliás, não somos todos discípulos de Peter Pan?

Pânico na Escola (Detention, 2012)

Pânico na Escola (Detention, 2012)
Esse mistura um pouco dos filmes trash de terror, comédia, e um elenco adolescente. Encontramos personagens com características hipsters e muitas referências dos anos 80 e 90 (principalmente Clube dos Cinco). Começa com o assassinato de Taylor Fisher, a bitch #1 do colégio. O que não era esperado é que o assassino fosse o personagem fictício “Cinderhella” famoso por filmes trash dos anos 90 (estilo Pânico). Após esse assassinato, todos na cidade ficam preocupados, principalmente Riley, que também estava sendo perseguida por esse personagem misterioso. Após mais alunos da escola sofrerem atentados, o diretor define suspeitos em função de todas as ações anteriores. A única forma que eles veem para descobrir o assassino é voltar no tempo com uma máquina muito bizarra. Pode ser um pouco confuso no início, mas quem gosta muitas cenas com sangue, mortes brutais e algumas risadas, o filme é super recomendado

A Cidade do Halloween (Halloweentown, 1998)

A Cidade do Halloween (Halloweentown, 1998)
O filme conta a história de uma garota de 13 anos, que por meio (sem querer querendo) de sua avó, descobre que pertence a uma linhagem de bruxas. Curiosa para descobrir mais sobre si, segue a avó até uma cidade ameaçada pelas forças das trevas, que conta com um plano de vingança contra os humanos no dia do Halloween. A garota tem como ajuda seus dois irmãos mais novos e a avó, que sempre sonhou em passar seus conhecimentos pra frente. Escolhi esse filme pois representa grande parte da minha infância nessa época, e embora tenha sido lançado quando eu tinha apenas três anos, suas reprises incontáveis permanecem até hoje. As melhores memórias que tenho do Halloween, numa época em que tudo parece verdadeiro — magia principalmente — têm esse filme como plano de fundo. Até me pego lembrando de como eu era inocente, acreditando que podia transformar sapo em gente!


American Horror Story (2011 – atualmente)

American Horror Story (2011 – atualmente)
Sei que meu amor platônico, Enrique, pediu para eu indicar um daqueles filmes bem assustadores para você roer as unhas nesse dia 31, mas tive que ser rebelde e, ao invés disso, indicar uma… série! American Horror Story (AHS para os íntimos) é meu guilty pleasure oficial. A história tem muito terror, sexo, suspense, e um enredo sensacional. Não é o clichê demônios-fantasmas-mortes. Os autores pegam os básicos do terror e emaranham numa trama SENSACIONAL! Em cada temporada uma história diferente é contada (a primeira se passa numa casa mal assombrada, a segunda num manicômio, e a terceira ainda não vi e, como evito spoilers ao máximo, não faço ideia). Minha dica é: comece pela primeira temporada só para chegar aos episódios especiais de Halloween! Duas palavras para descrever essa série: MIND BLOWING! Nunca fui tão surpreendida com a reviravolta de uma trama e, ai… Por favor, vejam! Preciso parar senão vou contar tudo pra vocês

A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984)

A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984)
A estética que tenho do Halloween é de uma noite com filmes clássicos de terror. Acho que fui orientado por minhas séries de TV favoritas que sentar no sofá afastado da parede, assistir filmes em preto e branco — ou dos anos 80 — e ficar com medo de olhar atrás do sofá depois, é a forma mais genuína de passar essa data num local como o Brasil, onde o costume de correr atrás de doces só é presente no dia de São Cosme e Damião. Sendo assim, quero indicar o primeiro filme da franquia original d’A Hora do Pesadelo! Passeando entre trash, terror e comédia, na época causou medo no cinema! Conta a história de Freddy Krueger, homem assassinado há anos que agora busca vingança matando os filhos dos que lhe fizeram mal. Só que Krueger não é um assassino comum! Ele entra nos sonhos das vítimas e tudo que faz com elas no plano astral se torna real no corpo físico! Teve, tipo, uns oito filmes na franquia e um remake legalzinho, e a grande maioria vale pela lenda que Wes Craven criou! Comece por esse e se apaixone!

Caros leitores do nosso blog critica da quele filme, esta navegando por um grande site no ramo de avaliação de filmes internacional, quando me deparei a uma questionamento de um leitor deles, a pergunta era queria assistir o telecine premium, mesmo não tendo a assinatura das operadora de tv fechada via satelite.

canais de filmes barato

Bom fique com isso na cabeça e comecei a procurar no google, como se libertar da tv aberta nacional que anda um verdadeiro lixo, começou a surgir algumas formas e aqui em baixo vou mostra uma forma que achei bem simples e barata.

Listamos a baixo alguns canais de filmes que o sistema Login CS libera, fora todos os outros, mas aqui vamos focar nos que aqui o pessoal gosta filmes e series

Canais Tv GLOBO

  • Megapix
  • Telecine Action
  • Telecine Fun
  • Telecine Pipoca
  • Telecine Premium
  • Telecine Touch
  • Telecine Cult

Outros Canais Filmes da TV Fechada

  • A&E
  • AMC
  • AXN
  • Canal Brasil
  • Cine Brasil TV
  • Cinemax
  • Comedy Central
  • Fox Channel
  • Fox Life
  • Fox Premium 1
  • Fox Premium 2
  • FX
  • HBO
  • HBO Family
  • HBO Plus
  • HBO Signature
  • HBO 2
  • I.Sat
  • Max
  • Max UP
  • MaxPrime
  • Paramount Channel
  • Prime Box Brazil
  • Sony
  • Space
  • Studio Universal
  • Sundance TV
  • Syfy
  • TBS
  • TCM
  • TNT
  • TNT Séries
  • Universal TV
  • Warner Channel

Todos esses canais listado a cima vai ser liberado se comprar um servidor cs, mais afinal qual o benefícios?

Valor quase simbólico cerca de 15,00 reais mensais e 100,00 no plano anual, bom esse é o melhor motivo ja pensou ter acesso a mais de 200 canais da tv fechada por 10,00 ?

O que preciso para ter um CS

Precisa de um receptor compatível com cs como azbox, azemerica, tocomsat, os famosos tv gato.

Uma antena apontada para o satelite da claro ou sky e uma conexão de internet estavel, possuindo 1 mega já irá roda liso.

Na internet um receptor compatível com cs gira em torno de 300,00, uma antena e o cabo cerca de 100,00 e precisa chamar um antenista e pedir para apontar valor médio desse serviço é de 50,00 então vai ser gasto cerca de 500,00 para deixar o sistema pronto para você pedir um teste cs gratis e usufruir toda programação da tv fechada com um preço baixinho, só lembrando que se for contratar um plano completo nessas operadoras vai ser gasto mais de 400,00 mensais.

Conclusão

Existem outras formas de acessar esse canais mais o custo beneficio, depois de 1 anos sem comparação é o CS nele você vai ter toda a grade da tv fechada por um preço irrisório, então sem duvidas eu aprovo ja conheço algumas pessoas que estão utilizando isso e não tem praticamente nenhuma problema, pois com o sistema cs não precisa ficar atualizando o receptor.

Hoje vamos listar 9 filmes que fizeram nossa infância mais feliz <3 

1- Jumanji

A primeira vez que eu ouvi falar desse filme foi no programa X-Tudo (lembram? <3)  e fiquei com MUITA vontade de ver, dai dias depois passou na tv e eu fiquei “WOOOOOW”. 

A história é a seguinte: Tem um jogo de tabuleiro que tudo que acontece nele, é reproduzido na vida real. Dai o pessoal acaba entrando em várias confusões e aventuras (rs) . E o legal são os efeitos especiais muito bem feitos pra época. Mó supimpa!

Filmes que marcou a infância

2- O Máskara

cena sensacional

Ai ai, Jim Carrey e seus filmes de comédia… Sem dúvida um dos meus preferidos dele é “O Máskara”. Não tem como não se divertir com esse filme, sério. (E a Cameron Diaz era mó gatinha rsrsrs) 

Melhores filmes da infância

A história todo mundo já sabe: Ele acha uma máscara que quando colocada, transforma ele naquele ser com a cara verde e todo brincante e ele acaba fazendo coisas muito loucas que até Deus duvida. 

Tudo bem que na época eu não entendia muitas das piadas, mas eu achava sensacional mesmo assim (confesso até que tinha medo do vilão com a máscara). Que saudades de filmes assim :'(

3- Edward Mãos de Tesoura

Por mais que eu ache o Tim Burton ~overrated~, devo admitir que esse filme é sensacional. Acho que é o melhor dele, de longe. Não é um filme infantil, mas me marcou bastante porque a história é muito interessante. 

O Edward é a criação de um inventor que morre e ele acaba ficando sozinho, isolado, até que uma senhora acha ele e o leva para a cidade. Depois de uma armação todos ficam contra ele, menos a paixãozinha dele e todos chora com o final :(

4- Abracadabra

Cara, não tenho palavras pra descrever o quanto eu amo esse filme. Toda vez que eu o vejo passando, eu paro pra assistir porque ele é

Pra quem não conhece (shame on you) a história é a seguinte: As 3 irmã bruxas pegam criancinhas para sugar as almas delas e continuarem jovens para sempre, até que um dia elas são pegas e são mortas enforcadas. Mas depois de 300 anos, um jovem virgem acende a vela da chama negra e isso trás elas à vida e elas têm que sugar as almas das crianças para continuarem vivas. 

Eu particularmente adoro o Binx, que gato foda! HAHAHA E sabe a menininha do filme? Ela é aquela que paga peitinho em “Beleza Americana”, quem diria… Ah, a Sarah Jessica Parker ainda era uma belezura nessa época, também.

Esse é o filme que eu recomendo muito pra quem não viu (A Fernanda só viu esse filme porque eu enchi o saco, porque ela nunca tinha visto, e adorou!) porque ele é muito demais!

Filmes infantil

Quando tivemos a idéia da lista, um milhão de filmes me vieram à cabeça. É tanto filme que fez parte da minha infância! Mas por um milagre, consegui escolher bem os da minha lista, que gosto e assisto até hoje. VAMBORA FAZENDO!
5- Os Batutinhas

Quem NÃO gosta de Batutinhas? Esse é um filme para ser respeitado! A história eu acho que todo mundo conhece, mas vamos lá: Alfalfa é considerado “culpado” por se apaixonar por Darla, numa reunião do grupo de meninos – que odeiam as mulheres, só pra constar -, e daí eles aprontam mil e uma confusões rs.
Até hoje me divirto com “Meninos, bléééé! / Meninas, bléééé!”, as declarações de amor do Alfalfa, do Batatinha botando moral no grupo e do inesquecível “Eu tenho dois picles, eu tenho dois picles hey hey hey”!

6- Cucamonga – Um Acampamento Muito Louco

avancem para 3:35 PFVVV


Cucamonga seria só “Acampamento Cucamonga”, mas eu adoro esses subtítulos do SBT, então deixa assim mesmo. A questão é que eu adoraaaava esse filme, tanto que tive que gravar da TV, porque não encontrava em nenhuma locadora. Cucamonga tem mil personagens importantes (uma delas é a JENNIFER ANISTON!!!), mas a principal mesmo é a toda ~rockeira rbd~ Lindsay (Danica McKellar, eterna Winnie Cooper), que tá puta da vida porque a mãe dela a mandou para um acampamento de férias e agora tem que suportar as meninas com quem divide o quarto e os moleques que só querem zoar – um em especial, que tá apaixonado por ela. 
Eu só sei que Cucamonga, ow yeaaaah ow yeaaaaaaaah!

7- Guerreiros da Virtude

Eu quando criança gostava dos personagens badasses que faziam coisas iradas, e depois saía imitando por aí. Ah, é! Também gostava de filme com garotos bonitinhos, e adivinhe só: Guerreiros da Virtude tem tudo isso e CANGURUS QUE LUTAM ARTES MARCIAIS!!! A história é meio complexa: Ryan (Mario Yedidia, que pelo que pesquisei era o popzão dos filmes da Disney) ia parar numa terra distante e mágica (ele chegava lá quando caía num redemoinho de água, se bem me lembro), e tem que ajudar os cinco Guerreiros da Virtude, os cangurus das artes marciais, a defender a última fonte da vida do Komodo, o vilão da história.
Dizem as más línguas dos críticos que era um péssimo filme, mas eu achava demais e fazia todo mundo assistir. Minha infância ganha, beijocas!

8- A Incrível Jornada

Quando eu era criança, queria muito um cachorro ou gato (ainda quero), só que meus pais não queriam dar porque 1) a gente mora em apartamento, e 2) o trabalho ia sobrar todo pra eles, por mais que eu prometesse que não hehe. O que me restava eram os filmes de cachorro, e A Incrível Jornada sempre foi meu favorito. O filme conta a história de Chance, Shadow e Sassy, dois cachorros e uma gata que ao serem deixados pela sua família na fazenda de uma amiga enquanto ajeitam a casa, decidem voltar pra casa sozinhos, atravessando floresta, montanhas e etc. Eu gostava mais desse filme do que dos outros do tipo porque apesar de ser leve e fofo, é inteligente e bonito pra caramba. Chorava aos meus seis anos e choro até hoje quando resolvo rever. É tããããão lindo!

E pra fechar com chave de ouro, um filme que foi unânime em nossas listas:

9- Aladdin

em português mesmo, pra dar 1 gostinho de infância

Desculpa aí, galera, mas Aladdin é Aladdin e Um Mundo Ideal é a música mais linda da Disney! A história é ótima, os personagens são ótimos e a gente adorava o Aladdin porque ele é super ligeiro, tipo o Peter Pan. Sdds Noites na Arábia!

E aí, quais são seus filmes de infância favoritos? <3

Antes de você começar a ler o post, tem três coisas que você precisa saber:

1. Eu gosto de ópera.
2. Eu gosto de música clássica.
3. Eu sou COMPLETAMENTE APAIXONADA por musicais.

Se você não se encaixa em nenhuma desses três opções, pode ser que você não concorde com o que eu vou dizer agora, e seja uma daquelas pessoas que eu vi indo embora da sala de cinema.
PS.: LEIA ESSE POST CANTANDO.

Os Miseráveis pros e contra

Minha mãe queria assistir “Os miseráveis” e eu estava ansiosa pra esse dia chegar. Passei meu rímel a prova d´água, e fui.
Cheguei lá, perdi os primeiros minutos (me mate, por favor), mas cheguei bem no começo.
No começo, não achei tão entusiasmante, mas daí, o filme começa a prender a atenção de um jeito que você não pode, nem se quiser, desgrudar o olho.
Todos os atores cantando com a alma, dando um show pra valer. Cada minuto que passava, os olhos grudavam mais ainda na tela.
Anne Hathaway estava simplesmente deslumbrante. Por mais horrorosa que ela estivesse naquelas cenas, tenho certeza de cada pessoa daquela sala sentiu o sofrimento dela. Depois disso, continuei arrepiada até o final do filme.
O filme se passa e mais pro final, uma aula de história. Onde o musical se torna um coral completo. Com todos os atores cantando ao mesmo tempo. Foi digno de assistir aquilo.
Os atores conhecidos arrebentaram, Anne, Amanda Seyfried, e os outros todos. Os desconhecidos, AS CRIANÇAS. Todo mundo com a música impecável. Foi um show de verdade, um show que entrava na gente e a gente não tinha como não sentir o que eles nos passavam.

Enfim, posso escrever aqui pra sempre desse filme, nunca vou conseguir dizer o que esse filme me fez sentir, além da vontade de sair cantando tudo, pro resto da vida.
Foi um filme de arrepiar, literalmente, do começo ao fim. Me fez chorar por muitas cenas. CHORAR, não emocionar. Eu chorei a dor deles, senti raiva de verdade. Tudo ali dentro foi real, apesar de falar cantando, não ser real pra nossa vida.

Se eu tenho que indicar um filme pra vocês assistirem, eu indico esse e espero que vcs sintam tudo aquilo, assim como eu senti.

Cá estava eu nesse sábado à noite, conversando com minha amiga Thai pelo whatsapp, quando temos a brilhante idéia de assistir algum filme online juntas e comentá-lo. Depois de procurar um pouco, escolhemos The First Time (não faço idéia da tradução). Play apertado, pesadelo começado.

Filme The First Time é bom?

Filme The First Time é bom

A premissa do filme ainda é interessante: Dave tem um amor platônico pela sua melhor amiga, e Aubrey tem um namorado que não a entende. Eles se conhecem numa festa e ficam no maior papo, rola aquela ~química~ já esperada e os 90 minutos do filme giram em torno da relação deles.
Apesar do clichê, o filme poderia ser bom. Há muitas comédias românticas por aí que a gente assiste já sabendo do final, e isso não influencia você a gostar ou não do filme. O que faz você gostar é o desenrolar dele, e o do First Time é, pardon my french, uma bela bosta.
Nessa uma hora e meia de filme, vemos uma série de acontecimentos sem sentido, acompanhados por diálogos forçados e pseudo-hipster-wannabe-cool. Os personagens falam muito – muito mesmo -, mas não de uma forma legal e que te faz se interessar; é de uma forma que me fez escrever “pqp cala a boca” várias vezes no whatsapp. Senti como se tivessem feito uma versão ruim e de melação barata de Antes do Amanhecer, como se estivessem me forçando a diminuir meu intelecto pra conseguir engolir o roteiro horrível. Sério. Você nem consegue torcer para o casal ficar junto. Ou até torce, mas é só para que acabe logo o filme. No final, tudo o que eu queria é que o filme voltasse aos dez minutos iniciais e que o Dave deixasse Aubrey morrer de frio do lado de fora da festa, de tão chata que ela é. 

aff klabok, eu sou otchimannn
Aí entro na questão dos personagens: Aubrey entra fácil, fácil na lista de piores protagonistas de todos os tempos. Tudo o que ela faz e fala é uma tentativa forçada de ser profunda, interessante e decidida. Ela simplesmente não convence em nada do que tenta passar. Isso porque nem entrei no mérito de atuação…
Também tem o namorado da Aubrey, que consegue ser ainda mais chato que ela. O que salva no filme é o protagonista e os coadjuvantes – os amigos de Dave são ótimos. Eles são a parte lúcida, que faz sentido no filme, e o tempo todo me senti representada por eles, que falavam todas as coisas que eu queria falar para o Dave. Quanto a ele, é um bom protagonista. O ator tem carisma, é simpático, bem apessoado. O papel de bom moço cola e você torce para que ele se dê bem. O único problema é que não dá para entender porque raios ele se enfia nessa história e insiste em alguém tão mala.

véi, qq eu tô fazendo aqui
Para esse filme ser bom, tinham que ter dado uma bela enxugada no texto, trocado de atriz principal, se aprofundado um pouco mais nos coadjuvantes, tirado umas subplots que não fazem a menor diferença para a história… Ou então ter contratado outro roteirista. Qualquer um. Sério 
Também queria deixar registrado que a escolha do título do filme foi péssima. A questão da “primeira vez” só é abordada mais pro final, quando um monte de outros assuntos mais importantes já foram resolvidos, deixando essa parte até apagadinha.

Conclusão

Não que com outro título fosse melhorar alguma coisa também, rs.
É isso. Eu adoro uma porcaria, mas toda porcaria tem seu limite. Só recomendaria para quem quiser passar uma hora e meia olhando pra cara do Dylan O’Brien, mas pra isso já temos Teen Wolf, né? 
Como diria o Chaves: Preferia ter visto o filme do Pelé.

Minha história com Selvagens não começou muito bem. Não fiquei muito interessada em assistir o filme quando ele estreou no cinema. Depois, quando aluguei na Blockbuster, ele ainda ficou mais ou menos um mês parado em casa, já que eu estava sem vontade (mascarada de “falta de tempo”) de assistir. Só nesse final de semana que resolvi criar coragem e dei play. 

Selvagens é bom?

Primeiro de tudo, vou deixar um resumo bem porco sobre a história, mas bem porco mesmo, porque quanto menos você souber, melhor: Ben (Aaron Johnson <3), Chon (Taylor Kitsch) e Ophelia (Blake Lively) são um triângulo amoroso, vivem felizes, cheios da grana, bem confortáveis. Isso porque Chon e Ben plantam a melhor maconha do mundo, do tipo que traficantes da pesada (rs) matam pra ter acesso. O Cartel de Baja, galerinha sanguinária e bolada, quer fazer um acordo com eles, que recusam e, como consequência, Ophelia é sequestrada, deixando a dupla sem muita alternativa do que fazer. 
 A primeira vista, confesso que não botei muita fé na história. O filme segue a narrativa de Ophelia, sob alcunha de O, e talvez seja pelo fato de não conseguir levar a Blake Lively tão a sério assim (eu gosto dela, só pra deixar claro!!!) que me fez achar aquele texto pouco convincente. Como que eu ia engolir, em menos de dez minutos, que aquela relação maluca dava certo, e que aqueles molecões eram tão ~fodões~ pra estarem atrás deles?! A frase que ela lança logo no começo do filme, que deixa a dúvida se tudo acaba bem ou mal (“Só porque estou contando essa história não quer dizer que esteja viva no final” ou algo do tipo), também não me causou muito efeito. Mas tudo bem. Resolvi me revirar no sofá e continuar assistindo. Ainda bem. 

Até eu que sou mais besta rs

 Eu realmente não precisava botar fé logo de cara, porque ao longo dessas quase 2 horas e meia de filme, eles me dariam tudo o que precisava para entender o por quê de Ben e Chon serem muito mais que dois molecões apaixonados pela mesma menina. Primeiro que eles tem todos os contatos necessários para serem tão grandes e conseguirem levar seu “negócio” para frente por tanto tempo. Os dois também tem uma bela sintonia, ainda que sejam o completo oposto um do outro: Ben é ambientalista e filantropo, enquanto Chon é um ex-mercenario e ex-integrante da SEAL. Ben é completamente pacífico, enquanto Chon prefere resolver as coisas no cacete. Diferentes e muito carismáticos.

 Também vale comentar sobre Elena, chefe do Cartel de Baja (os traficantes da pesada), interpretada pela Salma Hayek. Ela tem uma bela postura de chefe, ameaçando quem tiver que ameaçar, dando ordens e sendo muito eloquente, fosse sendo a mulher perigosa, fosse sendo a mulher sofredora, carente de amor filial. Lado (Benicio Del Toro) assume o papel de vilão do filme, pois ainda que não seja o cara mais importante ou mais perigoso, é o personagem que te faz sentir mais ódio, nojo, repúdia. Tentava encontrar um motivo para ele ser tão escroto, mas ele simplesmente o é e ponto, o que me fez gostar – não dele, mas do fato de não precisar ter um motivo. Aproveito ainda pra falar de coadjuvantes como John Travolta, que está simplesmente ótimo como o agente anti-drogas que é uma incógnita, e Emile Hirsch, o garoto inteligente e super útil para a dupla principal.


 Agora um parágrafo para Blake Lively e sua querida O. Lembra que eu disse que não botava muita fé na narrativa dela? Bem, eu terminei o filme ainda achando ela meio tosca, mas com a opinião completamente diferente sobre a personagem em si no filme. Apesar dela ser riquinha, visivelmente mimada e não estar aí pra muita coisa, criei uma grande afeição por ela, enquanto passa por toda essa situação terrível. Ela é muito esperta, muito eloquente, muito sincera e muito intensa. Por mais que pra mim seja inconcebível a idéia de um triângulo amoroso dar certo na vida real, eu consegui acreditar que ela amava aqueles dois da mesma forma, de verdade. E torci para que no final ela estivesse viva, sim.

Sou fodan queridinho

 Esse texto já está muito grande, então é melhor eu já finalizar. Selvagens, além de ser um ótimo filme, com uma história muito bem desenvolvida, tem personagens cativantes, que te fazem torcer para que dê tudo certo para eles no final. Eu confesso que tive medo de verdade por diversas vezes. Me colocava no lugar dos personagens e sofria. Melhor que muito filme de terror. Só achei mesmo que ficou faltando uns dez minutos finais que fizessem jus aos três personagens principais. No mais, fica aqui minha recomendação, meu quote favorito e o trailer do filme:

 “I looked up the definition of savage. It means cruel, crippled, regressed back to a primal state of being. One day, maybe, we’ll be back. For now, we live like savages… beautiful, savages.”