Author: psa

Tava de saco cheio de tanto trabalho pra fazer. Faculdade consegue te assustar mais no final do período do que qualquer tipo de devaneio sobre ter meu cartucho de Pokémon roubado e minhas recém 200 horas tiradas de mim. Me permiti sentar, comer rosquinhas (ui) e deixar On The Road rodando em 1080p. Acredite: o filme é mais do que Bella Swan pelada.
Não li o livro “Pé na Estrada” que deu origem a essa adaptação de Walter Salles. Mesmo se tivesse lido, tenho consciência de que apesar de histórias iguais, a forma de expressá-las é diferente (literatura pra cinema). Assim digo para todos os filmes/séries/games baseados em quadrinhos, livros ou afins. Então analiso esse filme como um filme, separado do livro, e de um ponto de vista técnico totalmente meu, ok?

A entrada do filme é um pouco longa, mas já enche os olhos com a saturação. As cores realmente ditam os tons de sentimento de Na Estrada. As cores e os ângulos de câmera (de tirar o fôlego quando temos a perspectiva do passageiro). Mas pra entender melhor, preciso te dizer que a história passa a acontecer quando o escritor Sal (Sam Riley) perde o pai e, percebendo que a vida perde muito dos sentidos que o prendiam a ele mesmo, acaba se unindo a Dean (Garret Hedlund), um Cazuza dos anos 50, e parte por aí pra experimentar coisas totalmente fora da rotina, sempre com muito sexo, drogas e música (as cenas de dança são espetaculares!). 
Algo que me chamou muita atenção foram as personagens de atitudes muito consistentes e facilmente analisáveis (psicologicamente falando), de jeitinho subjetivo. Como quando Dean comenta “deve ser bom ter uma família” e há um corte de cena para uma estrada coberta de neve onde um carro voado passa com Dean ao volante. O vazio que o leva a fazer as coisas que faz. Isso é muito bonito, falando de poesia visual. É sensível.

Também me amarrei em como eles dois se envolveram. A amizade forte dá lugar a um tipo de paixão esquisita, que não fica clara mas dá pra sentir o cheiro (acho que a geração beat tem um cheiro muito específico…). No fim do filme dá pra perceber melhor. E adoro como tratam de sexualidade sem tabu nenhum. Às vezes, Dean me deixava triste. Mesmo que Sal dissesse que gostava de pessoas como Dean, que vivem intensamente, que buscam viver com tudo, eu só via uma casca. Uma casca tentando sentir qualquer coisa. Talvez tenha sido isso que Sal quis dizer, afinal.
Kristen Stewart tem peitos muito bonitos, obrigado, mas os gemidos… deuses! Ela geme muito mal! Só que vou tirar o chapéu pra garota: ela está maravilhosa. Além de legalmente loira, a mulher é linda até o osso. A fotografia e a iluminação só ajudaram a destacar essa beleza simples dela. Como personagem, Marylou, ela faz bem, é estável. No começo não parece, mas depois… O longa se segura muito bem nisso, em atores de calibre como Viggo Mortensen (que além de mostrar o saco escrotal, mostra que é um ator épico. Sem piadas com O Senhor dos Anéis, por favor) e Kirsten Dunst (que interpreta Camille, esposa de Dean). 
Dou destaque especial para Amy Adams, que faz a Jane, drogadinha-mãe-de-família-louca-por-lagartixas. Uma característica do uso das drogas bem comentada no começo do filme é a tremedeira nas mãos. Amy, durante toda sua presença em cena, mantém a nível assustador a fidelidade a esse efeito. Dá um doce pra ela, tá, produção?

Acho que é um filme de busca, de correr atrás de qualquer razão, qualquer inspiração, seja pra viver ou escrever um livro. Fala de desapego e dos amores que não podemos amar. Fala de se afogar em ilusões (hoje muito bem colocadas pela mídia, pela “vida noturna descolada”, o que filmes desse tipo tentam quebrar em paradoxo ao apoio que inspiram) pra entorpecer o “nada” da solidão, do medo de sentir de verdade. 
É uma trip, uma viagem exagerada entre dois caras que são opostos, mas que procuram um no outro o que lhes complete. Por isso os atores funcionam muito bem, por isso o casamento do roteiro com a história brilha: ficou tudo claro. Dá pra entender, acompanhar, sentir, se excitar, julgar e pegar um carro pra voar pelas estradas de pureza só pra entender que depois vamos querer voltar pra casa.
Se não fosse pela instabilidade narrativa (começa bem, fica mais ou menos, fica ótimo e depois acaba), consideraria um ótimo filme. E me dá dó não ter colocado o título entre meus favoritos. Mas cumpre proposta e chega a parecer cult. Que bom que não é.

Pesado, chato, apelativo, complicado, entediante, demente, vulgar, cult demais: essas são as desculpas que sempre ouvi e, em tempos, dei para deixar a obra literária de Vladimir Nabokov namorando poeira na prateleira. Lolita é uma história polêmica, marcante e, na minha opinião, sexy e desgraçada nas medidas certas. A segunda adaptação para o cinema é o foco de discussão na nova categoria, cara!
Ganhei o livro de uma amiga ruiva, com ótimo gosto pra moda e mágico olho de fotógrafa. Minha avó tinha me oferecido a história antes, mas ninguém despertou meu interesse como essa amiga. Na dela, li o livro, gamei e, por recomendação, assisti a adaptação de Adrian Lyne (Proposta Indecente) enrolado nos edredons, traçando uma lata de leite condensado (o que talvez tenha sido uma mensagem do meu subconsciente que ainda não compreendi…).

assistir Filme Lolita

Seria estúpido desejar que o filme contasse todos os muitos detalhes da história de Humbert Humbert lá em 1947, por isso a abertura atira na nossa cara o melhor trecho do livro, o primeiro, enquanto esse mesmo homem, coroa, professor, dirige exausto, o rosto e as mãos colados em sangue, buscando manter sobre o banco do carro o revólver e um simples clipe da cabelo. Nesse pedacinho de cena, fica claro como esse homem se sente atraído por uma menininha e que sua paixão o levou a fazer loucuras.
O filme nem chega perto da vulgaridade. Ela, com 12 anos, não é tão inocente quanto deveria ser. Ele, bem mais velho, é torturado pelos atos da criança e ainda na introdução tenta definir o porquê de se sentir maravilhado por meninas tão jovens. Lolita é a primeira que ele toca e toda a trama se desenvolve daí, de um relacionamento desfuncional, imaturo e exagerado de paixão. Mesmo com todo o jogo sexual, a vulgaridade dá espaço para gestos menos expostos de carinho, como o sarrar dos pés ou ela se sentando no colo dele para ler alguma coisa. Não espere longas cenas de sexo, muito menos claras. O filme não é sobre isso.

Filme Lolita

Filme Lolita

Jeremy Irons interpreta o professor inglês de segredos profundos, traçando bem os limites entre um homem mascarado para a sociedade e um charmoso cheirador de roupas infantis (é verdade) que passa a morar na casa da viúva Charlotte Haze ― interpretada por Melanie Griffith ― em Nova Inglaterra, para ensinar francês na universidade. Essa mulher claramente em crise, solitária, beira a insanidade em certos momentos, se entorpecendo com remédios, odiando a beleza (subjetivamente) e personalidade da filha, Dolores, ou, para alegria geral dos cinquentões, Lolita (Dominique Swain).

A filha é ousada, cínica, mandona, mimada e a mãe não suporta nada que venha dela. Tanto que seu desejo é trancá-la num colégio interno e viver em paz com o homem que poderia tapar o vazio dentro dela, nosso professor Humbert, até descobrir quais foram as reais intenções do cara ao aceitar se hospedar na casa da família Haze: atração doentia por Lolita. Prestes a contar o segredo do homem, o destino move seus dados e, num simples atropelamento, ela morre, deixando nas mãos de Humbert a tutela de Dolores. 
É aí que o limite para o relacionamento deles se mistura com longas viagens de carro pela América do Norte, lojas de conveniência, excesso de doces e apelidos incestuosos, como “papai”. Depois vem o ciúme, o medo de perder, o medo de ser exposto, o medo de perdê-la, a paranóia. E o resto é preciso ver o filme pra não perder o encanto.

Ainda está pra acontecer a adaptação perfeita do livro para o cinema, mas essa chega bem mais perto do que a primeira, de Stanley Kubrick. Em vários momentos me peguei excitado pela situação e paradoxalmente enojado, vomitando repulsa. Essa emoção despertada é exatamente o que Humbert Humbert sente, só que ainda maior! E transmitir esse tipo de coisa exige um trabalho, no mínimo, sincero.

filmes e uma série indicados para o Dia das Bruxas

Essa vida de blogueiro pode ser muito solitária! Aproveitando o Halloween, resolvi chamar amigos com blogs para criar uma lista onde cada blogueiro indicaria um filme diferente para ver no Dia das Bruxas! É quase como se estivéssemos fazendo nossa listinha pessoal para assistir no dia em que nos encontrarmos! Espero que você goste! Se quiser mais posts de Halloween, acesse essa categoria e não deixe de visitar o blog dessa galera!

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O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974)

O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974)
Em tempos passados já fui um fã de filmes de terror. Passava horas assistindo e conversando sobre eles, mas aos poucos foram se tornando repetitivos. Aí comecei a debandar para outros gêneros. Logo, não poderia ser mais difícil indicar algo pro , por mais que indicar filmes de terror seja bem lugar-comum nessa situação. Partindo do ponto que um dos meus novos filmes favoritos da vida — The Rocky Horror Picture Show — é um filme clássico de Halloween, me lembrei de outro que assisti anos antes e que me divertiu da mesma forma. O Jovem Frankenstein passando num Telecine da vida foi uma das melhores coisas que eu já assisti. Não sou de comédias, mas filmes como esse e Rocky Horror me conquistam de uma forma que não sei explicar. O Jovem Frankenstein é uma paródia genial, diga-se de passagem, do clássico filme do Frankenstein. Nunca assisti ao original, mas consegui aproveitar a paródia sem problemas. Temos o médico e sua criatura outra vez, e o único desejo do monstro é ser amado. O Dr. Frankenstein de Gene Wilder é SENSACIONAL. Acho que poucas vezes eu ri tanto com filme quanto com O Jovem Frankenstein. Para quebrar a tradição dos filmes pesadões de terror, acho mais que válido uma comédia baseada no gênero, afinal, a festa do Dia das Bruxas já não é mais o finados que foi antes. O espírito da coisa é se divertir

Abracadabra (Hocus Pocus, 1993)

Abracadabra (Hocus Pocus, 1993)
Queria indicar Abracadabra porque foi o primeiro filme sobre Halloween que assisti na vida e gostei bastante. Eu pude perceber como era o Halloween tradicional e não senti medo por isso. Muito pelo contrário, me diverti muito! Não lembrava da existência desse filme até que um dia vi o finalzinho na TV! Fiquei, tipo: “CARACA! ADORAVA ESSE FILME QUANDO ERA PEQUENA”! Tinha o VHS e tudo

Os Fantasmas Se Divertem (Beetlejuice, 1988)

Os Fantasmas Se Divertem (Beetlejuice, 1988)
Beetlejuice é um filme pra você assistir no início da noite de Halloween, enquanto come amendoim se aquecendo pra gritar mais tarde. É um clássico, constantemente mencionado, e segue o gênero comédia e terror. Dirigido por Tim Burton, Beetlejuice tem que fazer parte da sua noite das bruxas porque nem só de terrorzão vive essa data: cadê os doces, travessuras e diversão

O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas, 1993)

O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas, 1993)
O porquê de ter escolhido O Estranho Mundo de Jack é que você pode passar o Halloween e Natal com clássicos do terror de fazer gritar e se esconder debaixo das cobertas, ou optar por algo “família”, que remete à infância de muitos marmanjos. Jack é uma mistura genial de animação fúnebre e musical marcado por letras que te fazem — de alguma forma — sentir medo! É fantástico! Também pelo fato do prefeito da Cidade do Halloween ter duas caras, que é uma sátira criada por Tim Burton para todos os políticos, visível quando o prefeito diz: “Jack, por favor, sou apenas um representante eleito, não posso tomar decisões sozinho”. Quis trazer algo que tivesse relação com música, um dark humor

Manequim 2 - A Magia do Amor (Mannequin: On the Move, 1991)

Manequim 2 – A Magia do Amor (Mannequin: On the Move, 1991)
Por mais que o nome tenha amor e a capa remeta a um romance, o filme tem muitas aventuras e uma história macabra por trás — e sempre é transmitido na Sessão da Tarde em véspera de Halloween. Ele inicia com o príncipe Willian apaixonado pela camponesa Jessie, e decide se casar com ela. Como toda história de amor, a rainha do reino (mãe de Willian) é contra o casório e procura um feiticeiro para lançar uma maldição em Jessie, para que assim eles se separem para sempre. Com isso, ela dá de presente um colar mágico que transforma a pessoa num manequim. Mil anos se passam e um funcionário chamado Jason Williamson resolve arrumar o manequim duma loja de roupas, tirando o colar. Quebrando o feitiço, ele se apaixona pela moça. Porém, o feiticeiro que a amaldiçoou resolve entrar na brincadeira e perseguir os dois. Nessa fuga, Jessie e Jason contam com a ajuda de um promoter que fará de tudo para ajudar o casal. Sem sombra de dúvidas esse é um dos meus filmes preferidos de Halloween! Também o escolhi por ter marcado a infância de muitos. Aliás, não somos todos discípulos de Peter Pan?

Pânico na Escola (Detention, 2012)

Pânico na Escola (Detention, 2012)
Esse mistura um pouco dos filmes trash de terror, comédia, e um elenco adolescente. Encontramos personagens com características hipsters e muitas referências dos anos 80 e 90 (principalmente Clube dos Cinco). Começa com o assassinato de Taylor Fisher, a bitch #1 do colégio. O que não era esperado é que o assassino fosse o personagem fictício “Cinderhella” famoso por filmes trash dos anos 90 (estilo Pânico). Após esse assassinato, todos na cidade ficam preocupados, principalmente Riley, que também estava sendo perseguida por esse personagem misterioso. Após mais alunos da escola sofrerem atentados, o diretor define suspeitos em função de todas as ações anteriores. A única forma que eles veem para descobrir o assassino é voltar no tempo com uma máquina muito bizarra. Pode ser um pouco confuso no início, mas quem gosta muitas cenas com sangue, mortes brutais e algumas risadas, o filme é super recomendado

A Cidade do Halloween (Halloweentown, 1998)

A Cidade do Halloween (Halloweentown, 1998)
O filme conta a história de uma garota de 13 anos, que por meio (sem querer querendo) de sua avó, descobre que pertence a uma linhagem de bruxas. Curiosa para descobrir mais sobre si, segue a avó até uma cidade ameaçada pelas forças das trevas, que conta com um plano de vingança contra os humanos no dia do Halloween. A garota tem como ajuda seus dois irmãos mais novos e a avó, que sempre sonhou em passar seus conhecimentos pra frente. Escolhi esse filme pois representa grande parte da minha infância nessa época, e embora tenha sido lançado quando eu tinha apenas três anos, suas reprises incontáveis permanecem até hoje. As melhores memórias que tenho do Halloween, numa época em que tudo parece verdadeiro — magia principalmente — têm esse filme como plano de fundo. Até me pego lembrando de como eu era inocente, acreditando que podia transformar sapo em gente!


American Horror Story (2011 – atualmente)

American Horror Story (2011 – atualmente)
Sei que meu amor platônico, Enrique, pediu para eu indicar um daqueles filmes bem assustadores para você roer as unhas nesse dia 31, mas tive que ser rebelde e, ao invés disso, indicar uma… série! American Horror Story (AHS para os íntimos) é meu guilty pleasure oficial. A história tem muito terror, sexo, suspense, e um enredo sensacional. Não é o clichê demônios-fantasmas-mortes. Os autores pegam os básicos do terror e emaranham numa trama SENSACIONAL! Em cada temporada uma história diferente é contada (a primeira se passa numa casa mal assombrada, a segunda num manicômio, e a terceira ainda não vi e, como evito spoilers ao máximo, não faço ideia). Minha dica é: comece pela primeira temporada só para chegar aos episódios especiais de Halloween! Duas palavras para descrever essa série: MIND BLOWING! Nunca fui tão surpreendida com a reviravolta de uma trama e, ai… Por favor, vejam! Preciso parar senão vou contar tudo pra vocês

A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984)

A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984)
A estética que tenho do Halloween é de uma noite com filmes clássicos de terror. Acho que fui orientado por minhas séries de TV favoritas que sentar no sofá afastado da parede, assistir filmes em preto e branco — ou dos anos 80 — e ficar com medo de olhar atrás do sofá depois, é a forma mais genuína de passar essa data num local como o Brasil, onde o costume de correr atrás de doces só é presente no dia de São Cosme e Damião. Sendo assim, quero indicar o primeiro filme da franquia original d’A Hora do Pesadelo! Passeando entre trash, terror e comédia, na época causou medo no cinema! Conta a história de Freddy Krueger, homem assassinado há anos que agora busca vingança matando os filhos dos que lhe fizeram mal. Só que Krueger não é um assassino comum! Ele entra nos sonhos das vítimas e tudo que faz com elas no plano astral se torna real no corpo físico! Teve, tipo, uns oito filmes na franquia e um remake legalzinho, e a grande maioria vale pela lenda que Wes Craven criou! Comece por esse e se apaixone!

Catfish seriado

Em novembro, estreou na MTV americana o seriado (ou reality show, como preferir) Catfish, onde Nev Schulman e Max Joseph entram em contato com pessoas que tem um relacionamento a distância e nunca viram seus parceiros, e as ajudam a se conheceram. O grande porém é que nenhuma dessas pessoas tiveram contato com o outro pela webcam, por motivos diversos e que em 90% dos casos são bem suspeitos. O trabalho de Nev e Max é investigar se os parceiros são quem dizem ser, e marcar um encontro com os dois. A cada episódio, uma história diferente.

Pra quem não conhece – e acho que muitos não conhecem mesmo -,

O que é Catfish

Catfish é primeiramente um filme/documentário (ainda não sei se acredito que é 100% documentário) sobre a relação do fotógrafo Nev Schulman com uma família que entra em contato com ele quando a filha caçula começa a fazer pinturas de suas fotografias e enviá-las para o rapaz por correio. Logo Nev acaba se apaixonando por Megan, a filha mais velha, e o desenrolar desse relacionamento vira o foco do filme. Não vou me estender, porque acho que o filme merece um post próprio, mas é importante entender a origem do seriado, já que, com sua experiência pessoal, Nev resolveu ajudar outras pessoas que estão na mesma situação que ele se encontrava na época. 

Catfish passou a ser um daqueles programas que espero ansiosamente toda semana para assistir. Algumas histórias são muito reais e próximas da nossa realidade (a minha, pelo menos hehe), enquanto outras são completamente absurdas. O legal de tudo mesmo é a forma como Nev comanda o programa, pois ele em si é uma pessoa muito boa e compreensiva, e tenta ao máximo não se aproveitar de certas situações só para ter audiência. É diferente dos outros reality shows, porque no final das contas o intuito é ajudar tanto as pessoas envolvidas, como quem assiste e se identifica.

Vou parar por aqui e deixar uns vídeos maneiros da apresentação do seriado, de Nev e de Max, pra vocês entenderem melhor do que se trata (infelizmente não tem nenhum legendado). Só fica aqui a dica: achou 1 pitel na internet, confira na webcam. No mais, chatroulette tá aí pra isso. BEIJOCAS

Estava em casa, nessa bela noite de sábado, quando meu irmão e eu tivemos uma ideia para salvar nosso final de semana: fazer uma maratona de The O.C.!

inesquecíveis de The O.C.

O seriado fez parte da nossa adolescência, assim como de 90% de vocês, creio eu, e revê-lo é sempre um prazer imensurável, resgatando ótimas lembranças e deixando a sensação de rever amigos antigos. Por isso, tive a idéia de fazer uma lista de cenas inesquecíveis. Como são muitas (muitas mesmo), foquei nas duas primeiras temporadas, já deixando em aberto para um 2.0. Agora, let’s go!

“The Countdown”, primeira temporada

Essa cena é do episódio da festa de ano novo da primeira temporada, e uma das minhas cenas favoritas da história dos seriados. Todos os fragmentos dela são ótimos, mas a parte específica em que o Ryan corre contra o tempo pra dar um beijo de ano novo em Marissa me deixa literalmente arrepiada. Sem contar em “Dice” tocando de fundo. Thanks!

“The Rainy Day Women”, segunda temporada

Essa todo mundo conhece! Summer está prestes a embarcar numa viagem com seu então namorado, Zach (adorava ele, bjs), quando se dá conta que queria mesmo é estar em outro lugar… o que nos leva ao lendário beijo homem-aranha. Uma das cenas mais bonitas de Seth&Summer! hahaha <3

“The Dearly Beloved”, segunda temporada

O último episódio dessa temporada acaba num dos momentos mais tensos do seriado. Eu, pelo menos, sempre fico #bolada quando assisto hahaha. Ryan vai à casa de Trey pra tirar umas satisfações, e a treta acaba em porrada. Marissa vem e MMMM WHAT YOU SAAAY…

“The Goodbye Girl”, primeira temporada

A cena em que Seth corre para conseguir pegar Anna antes que ela embarque para Pitsburgh é bem tristinha, já que a amizade deles é uma das muitas coisas bonitas e marcantes da série. Confesso que sempre solto uma lagrimazinha assistindo, e repito pra mim mesma “Confidence, Cohen!” em tempos de dúvidas e incertezas. Sou dessas rs.

“The O. Sea”, segunda temporada

TUDO o que acontece nesse momento é marcante. Seth aparecendo para resgatar Summer no baile, Ryan e Marissa se dando bem de novo, e o final que, na época, me deixou com a maior cara de WTF. E “Fix You”, cara. FIX YOU!!! Não consigo imaginar uma música que se encaixe tão bem para essa cena. Impossível!

“The Telenovela”, primeira temporada

Admito que essa é a minha favorita da lista. Seth finalmente toma uma atitude em relação a Summer e manda um cheque-mate para ela na frente de toda a escola, de um jeito bem romântico e dramático hahaha. Taí uma frase para futuros relacionamentos complicados: “Acknowledge me now or lose me forever!”

Bonus: “The Ties That Bind”, primeira temporada

Quase não coloquei essa pelo simples fato de me deixar bem triste, mas o final da primeira temporada foi marcante, Hallelujah é uma música muito boa, e eu sabia que seria injusto não colocar. Tá aí, sem mais comentários :(

Faltou alguma cena? Acknowledge it now or lose it forever deixe nos comentários!

Caros leitores do nosso blog critica da quele filme, esta navegando por um grande site no ramo de avaliação de filmes internacional, quando me deparei a uma questionamento de um leitor deles, a pergunta era queria assistir o telecine premium, mesmo não tendo a assinatura das operadora de tv fechada via satelite.

canais de filmes barato

Bom fique com isso na cabeça e comecei a procurar no google, como se libertar da tv aberta nacional que anda um verdadeiro lixo, começou a surgir algumas formas e aqui em baixo vou mostra uma forma que achei bem simples e barata.

Listamos a baixo alguns canais de filmes que o sistema Login CS libera, fora todos os outros, mas aqui vamos focar nos que aqui o pessoal gosta filmes e series

Canais Tv GLOBO

  • Megapix
  • Telecine Action
  • Telecine Fun
  • Telecine Pipoca
  • Telecine Premium
  • Telecine Touch
  • Telecine Cult

Outros Canais Filmes da TV Fechada

  • A&E
  • AMC
  • AXN
  • Canal Brasil
  • Cine Brasil TV
  • Cinemax
  • Comedy Central
  • Fox Channel
  • Fox Life
  • Fox Premium 1
  • Fox Premium 2
  • FX
  • HBO
  • HBO Family
  • HBO Plus
  • HBO Signature
  • HBO 2
  • I.Sat
  • Max
  • Max UP
  • MaxPrime
  • Paramount Channel
  • Prime Box Brazil
  • Sony
  • Space
  • Studio Universal
  • Sundance TV
  • Syfy
  • TBS
  • TCM
  • TNT
  • TNT Séries
  • Universal TV
  • Warner Channel

Todos esses canais listado a cima vai ser liberado se comprar um servidor cs, mais afinal qual o benefícios?

Valor quase simbólico cerca de 15,00 reais mensais e 100,00 no plano anual, bom esse é o melhor motivo ja pensou ter acesso a mais de 200 canais da tv fechada por 10,00 ?

O que preciso para ter um CS

Precisa de um receptor compatível com cs como azbox, azemerica, tocomsat, os famosos tv gato.

Uma antena apontada para o satelite da claro ou sky e uma conexão de internet estavel, possuindo 1 mega já irá roda liso.

Na internet um receptor compatível com cs gira em torno de 300,00, uma antena e o cabo cerca de 100,00 e precisa chamar um antenista e pedir para apontar valor médio desse serviço é de 50,00 então vai ser gasto cerca de 500,00 para deixar o sistema pronto para você pedir um teste cs gratis e usufruir toda programação da tv fechada com um preço baixinho, só lembrando que se for contratar um plano completo nessas operadoras vai ser gasto mais de 400,00 mensais.

Conclusão

Existem outras formas de acessar esse canais mais o custo beneficio, depois de 1 anos sem comparação é o CS nele você vai ter toda a grade da tv fechada por um preço irrisório, então sem duvidas eu aprovo ja conheço algumas pessoas que estão utilizando isso e não tem praticamente nenhuma problema, pois com o sistema cs não precisa ficar atualizando o receptor.

Vira e mexe me vejo discutindo com meus amigos sobre séries que viraram uma merda na sua quinta, sexta temporada, e sobre outras que são ótimas e mesmo assim canceladas, seja por rendimento a baixo da média ou o que for, e sempre me pergunto: é melhor que seja cancelada ou que continue, mesmo que a qualidade fique em xeque?

Seriado melhor parar?

Serie melhor para no Auge?

Assim como todo mundo, fico chateadíssima quando uma série que gosto é cancelada. Há pouco tempo atrás uma das minhas favoritas, Community, passava por um período dos brabos, que não se sabia se continuava, se era cancelada, e acabava naquela palhaçada de não ter previsão para lançamento da temporada nova (a quarta temporada começou só neste ano, bem tarde), e até mesmo os últimos episódios da terceira eram lançados semana sim, semana não, tendo até um buraco de três semanas sem episódios. No meio disso tudo, o criador da série, Dan Harmon, ainda foi demitido, deixando a dúvida pertinente “Vai continuar bom?”. Apesar de todos os pesares, sim, continua ótima. Mas é aí que entro no que queria dizer.
Tudo bem, Community continua ótima, mas e se continuasse e perdesse a alta qualidade que tem? Apesar de gostar bastante, preferia que fosse cancelada e lembrada por seus episódios incríveis. Infelizmente, não é o que acontece com muitas séries que rendem rios de dinheiro, e continuam por anos, arrastadas e já sem mais saída para as tantas péssimas tramas que foram feitas. 
Foi o caso de Gossip Girl, meu exemplo polêmico, já que todo mundo gosta. Eu assisti até o fim, e nas primeiras duas, até três temporadas, a série seguia bem. Tinha dois personagens muito fortes, Blair e Chuck, que formavam também o casal mais forte da série, ainda que muito improvável (porque o Chuck sempre foi o personagem mais tosco do livro e a Blair odiava ele), personagens não tããão fortes mas ainda assim muito bem aproveitados e tramas interessantes. Tudo isso no começo. Blair ser uma personagem escrota era legal? Era, no começo. Chuck falar sussurrando e ser considerado o ~mais foda~ era legal? Era, no começo. Personagens bonzinhos fazerem as paradas mais inesperadas e malvadas era legal? Era, no começo. Serena se apaixonar por 10 caras numa mesma temporada era legal? NÃO, SEMPRE FOI UM SACO!!!! Antes tivesse terminado na sua quarta temporada, que já tava meio fuén, pegassem o dinheiro que ganharam e dessem uma bela festa de encerramento. Mas como tudo que dá um bom lucro, continuaram, cagaram todas, TODAS as tramas e personagens, e fecharam com um final bem mal feito, que não vou nem entrar no assunto porque poderia fazer um post inteiro sobre isso.

Serena e Dan, true love… dps dos outros 50 risos risos

Em contra ponto, temos as séries boas que foram canceladas, deixaram aquele gostinho de quero mais… e que se tivessem continuado, talvez não tivessem sido tão legais assim. Freaks and Geeks, Undeclared, Hidden Palms e My So-Called Life são séries ótimas, com tramas bem trabalhadas e divertidas, que foram consistentes até o último episódio e que infelizmente não tem um fim – exceto por Hidden Palms, que tem um… mais ou menos. -, mas ficaram na memória e no coração de quem assistiu. Talvez, se tivessem sido renovadas, sofreriam tanto quanto Gossip Girl e Heroes sofreram, mas dou a elas o benefício da dúvida. 

Conclusão: Antes uma série cancelada do que com várias temporadas, umas piores que as outras. Mas é pra cancelar? Ok, cancele. Mas dê um final decente. É o mínimo que você deve à sua audiência.
É isso, gente. Já descarreguei toda minha raiva e insatisfação. bjs

PS: gostaria de lembrar séries que duraram/duram por muitos anos e continuaram boas até o fim/até hoje: Friends, Dawson’s Creek, Beverly Hills 90210, The OC, House, Seinfeld, Gilmore Girls, One Tree Hill, Dexter, Um Maluco no Pedaço, O Mundo é dos Jovens, That 70s Show e mais um monte de outras. Esse post não é para vocês.

A rede de tv ABC divulgou os trailers de suas novas produções recentemente, e duas delas chamaram minha atenção e me deixaram com muita vontade de assistir:  Once Upon A Time In Wonderland e Super Fun Night!

Once Upon A Time In Wonderla

“Once Upon A Time In Wonderland” é dos mesmos criadores de “Once Upon A Time” e conta a história meio conturbada de Alice, que está internada numa espécie de manicômio pois todos pensam que ela está louca por suas histórias sobre o “País das Maravilhas”. Acaba que ela quer voltar para lá para provar que não é louca e salvar o amor de sua vida. AWN <3 SHAUIHSAUIHSAIUSH

Super Fun Night

Agora “Super Fun Night” não precisava ter nada; Só ter a Rebel Wilson como protagonista já me faria assistir! A grande ~estrela~ de Bridesmaids e Pitch Perfect (que eu já escrevi sobre) é a protagonista dessa nova comédia, que, pelo trailer, não diz muito sobre a história. Basicamente: são três amigas que moram junto e acabam indo pra night se divertir. RS

Qual outra estréia vocês estão afim de ver? Diz aí!

Hoje vamos listar 9 filmes que fizeram nossa infância mais feliz <3 

1- Jumanji

A primeira vez que eu ouvi falar desse filme foi no programa X-Tudo (lembram? <3)  e fiquei com MUITA vontade de ver, dai dias depois passou na tv e eu fiquei “WOOOOOW”. 

A história é a seguinte: Tem um jogo de tabuleiro que tudo que acontece nele, é reproduzido na vida real. Dai o pessoal acaba entrando em várias confusões e aventuras (rs) . E o legal são os efeitos especiais muito bem feitos pra época. Mó supimpa!

Filmes que marcou a infância

2- O Máskara

cena sensacional

Ai ai, Jim Carrey e seus filmes de comédia… Sem dúvida um dos meus preferidos dele é “O Máskara”. Não tem como não se divertir com esse filme, sério. (E a Cameron Diaz era mó gatinha rsrsrs) 

Melhores filmes da infância

A história todo mundo já sabe: Ele acha uma máscara que quando colocada, transforma ele naquele ser com a cara verde e todo brincante e ele acaba fazendo coisas muito loucas que até Deus duvida. 

Tudo bem que na época eu não entendia muitas das piadas, mas eu achava sensacional mesmo assim (confesso até que tinha medo do vilão com a máscara). Que saudades de filmes assim :'(

3- Edward Mãos de Tesoura

Por mais que eu ache o Tim Burton ~overrated~, devo admitir que esse filme é sensacional. Acho que é o melhor dele, de longe. Não é um filme infantil, mas me marcou bastante porque a história é muito interessante. 

O Edward é a criação de um inventor que morre e ele acaba ficando sozinho, isolado, até que uma senhora acha ele e o leva para a cidade. Depois de uma armação todos ficam contra ele, menos a paixãozinha dele e todos chora com o final :(

4- Abracadabra

Cara, não tenho palavras pra descrever o quanto eu amo esse filme. Toda vez que eu o vejo passando, eu paro pra assistir porque ele é

Pra quem não conhece (shame on you) a história é a seguinte: As 3 irmã bruxas pegam criancinhas para sugar as almas delas e continuarem jovens para sempre, até que um dia elas são pegas e são mortas enforcadas. Mas depois de 300 anos, um jovem virgem acende a vela da chama negra e isso trás elas à vida e elas têm que sugar as almas das crianças para continuarem vivas. 

Eu particularmente adoro o Binx, que gato foda! HAHAHA E sabe a menininha do filme? Ela é aquela que paga peitinho em “Beleza Americana”, quem diria… Ah, a Sarah Jessica Parker ainda era uma belezura nessa época, também.

Esse é o filme que eu recomendo muito pra quem não viu (A Fernanda só viu esse filme porque eu enchi o saco, porque ela nunca tinha visto, e adorou!) porque ele é muito demais!

Filmes infantil

Quando tivemos a idéia da lista, um milhão de filmes me vieram à cabeça. É tanto filme que fez parte da minha infância! Mas por um milagre, consegui escolher bem os da minha lista, que gosto e assisto até hoje. VAMBORA FAZENDO!
5- Os Batutinhas

Quem NÃO gosta de Batutinhas? Esse é um filme para ser respeitado! A história eu acho que todo mundo conhece, mas vamos lá: Alfalfa é considerado “culpado” por se apaixonar por Darla, numa reunião do grupo de meninos – que odeiam as mulheres, só pra constar -, e daí eles aprontam mil e uma confusões rs.
Até hoje me divirto com “Meninos, bléééé! / Meninas, bléééé!”, as declarações de amor do Alfalfa, do Batatinha botando moral no grupo e do inesquecível “Eu tenho dois picles, eu tenho dois picles hey hey hey”!

6- Cucamonga – Um Acampamento Muito Louco

avancem para 3:35 PFVVV


Cucamonga seria só “Acampamento Cucamonga”, mas eu adoro esses subtítulos do SBT, então deixa assim mesmo. A questão é que eu adoraaaava esse filme, tanto que tive que gravar da TV, porque não encontrava em nenhuma locadora. Cucamonga tem mil personagens importantes (uma delas é a JENNIFER ANISTON!!!), mas a principal mesmo é a toda ~rockeira rbd~ Lindsay (Danica McKellar, eterna Winnie Cooper), que tá puta da vida porque a mãe dela a mandou para um acampamento de férias e agora tem que suportar as meninas com quem divide o quarto e os moleques que só querem zoar – um em especial, que tá apaixonado por ela. 
Eu só sei que Cucamonga, ow yeaaaah ow yeaaaaaaaah!

7- Guerreiros da Virtude

Eu quando criança gostava dos personagens badasses que faziam coisas iradas, e depois saía imitando por aí. Ah, é! Também gostava de filme com garotos bonitinhos, e adivinhe só: Guerreiros da Virtude tem tudo isso e CANGURUS QUE LUTAM ARTES MARCIAIS!!! A história é meio complexa: Ryan (Mario Yedidia, que pelo que pesquisei era o popzão dos filmes da Disney) ia parar numa terra distante e mágica (ele chegava lá quando caía num redemoinho de água, se bem me lembro), e tem que ajudar os cinco Guerreiros da Virtude, os cangurus das artes marciais, a defender a última fonte da vida do Komodo, o vilão da história.
Dizem as más línguas dos críticos que era um péssimo filme, mas eu achava demais e fazia todo mundo assistir. Minha infância ganha, beijocas!

8- A Incrível Jornada

Quando eu era criança, queria muito um cachorro ou gato (ainda quero), só que meus pais não queriam dar porque 1) a gente mora em apartamento, e 2) o trabalho ia sobrar todo pra eles, por mais que eu prometesse que não hehe. O que me restava eram os filmes de cachorro, e A Incrível Jornada sempre foi meu favorito. O filme conta a história de Chance, Shadow e Sassy, dois cachorros e uma gata que ao serem deixados pela sua família na fazenda de uma amiga enquanto ajeitam a casa, decidem voltar pra casa sozinhos, atravessando floresta, montanhas e etc. Eu gostava mais desse filme do que dos outros do tipo porque apesar de ser leve e fofo, é inteligente e bonito pra caramba. Chorava aos meus seis anos e choro até hoje quando resolvo rever. É tããããão lindo!

E pra fechar com chave de ouro, um filme que foi unânime em nossas listas:

9- Aladdin

em português mesmo, pra dar 1 gostinho de infância

Desculpa aí, galera, mas Aladdin é Aladdin e Um Mundo Ideal é a música mais linda da Disney! A história é ótima, os personagens são ótimos e a gente adorava o Aladdin porque ele é super ligeiro, tipo o Peter Pan. Sdds Noites na Arábia!

E aí, quais são seus filmes de infância favoritos? <3

Antes de você começar a ler o post, tem três coisas que você precisa saber:

1. Eu gosto de ópera.
2. Eu gosto de música clássica.
3. Eu sou COMPLETAMENTE APAIXONADA por musicais.

Se você não se encaixa em nenhuma desses três opções, pode ser que você não concorde com o que eu vou dizer agora, e seja uma daquelas pessoas que eu vi indo embora da sala de cinema.
PS.: LEIA ESSE POST CANTANDO.

Os Miseráveis pros e contra

Minha mãe queria assistir “Os miseráveis” e eu estava ansiosa pra esse dia chegar. Passei meu rímel a prova d´água, e fui.
Cheguei lá, perdi os primeiros minutos (me mate, por favor), mas cheguei bem no começo.
No começo, não achei tão entusiasmante, mas daí, o filme começa a prender a atenção de um jeito que você não pode, nem se quiser, desgrudar o olho.
Todos os atores cantando com a alma, dando um show pra valer. Cada minuto que passava, os olhos grudavam mais ainda na tela.
Anne Hathaway estava simplesmente deslumbrante. Por mais horrorosa que ela estivesse naquelas cenas, tenho certeza de cada pessoa daquela sala sentiu o sofrimento dela. Depois disso, continuei arrepiada até o final do filme.
O filme se passa e mais pro final, uma aula de história. Onde o musical se torna um coral completo. Com todos os atores cantando ao mesmo tempo. Foi digno de assistir aquilo.
Os atores conhecidos arrebentaram, Anne, Amanda Seyfried, e os outros todos. Os desconhecidos, AS CRIANÇAS. Todo mundo com a música impecável. Foi um show de verdade, um show que entrava na gente e a gente não tinha como não sentir o que eles nos passavam.

Enfim, posso escrever aqui pra sempre desse filme, nunca vou conseguir dizer o que esse filme me fez sentir, além da vontade de sair cantando tudo, pro resto da vida.
Foi um filme de arrepiar, literalmente, do começo ao fim. Me fez chorar por muitas cenas. CHORAR, não emocionar. Eu chorei a dor deles, senti raiva de verdade. Tudo ali dentro foi real, apesar de falar cantando, não ser real pra nossa vida.

Se eu tenho que indicar um filme pra vocês assistirem, eu indico esse e espero que vcs sintam tudo aquilo, assim como eu senti.

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