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Salve galera.

Existem alguns personagens que não nasceram para serem escritos por qualquer roteirista encostado na redação.

Isso não quer dizer que qualquer um possa escrever um roteiro do Homem Aranha ou do Batman. Mas estou dizendo que certos personagens merecem um nome melhor. Principalmente os personagens místicos.

Podemos abrir esta lista com o Dr. Oculto. Ele aparece pouco nas histórias “comuns” da DC, mas é um personagem de destaque nas publicações da Vertigo. O problema é quando ele deixa às páginas da Vertigo, suas aparições são péssimas. Por exemplo, quando ele explicou para o Super-Homem porque ele não tinha morrido após enfrentar o Apocalipse. Ele surge do nada e parece ser um tremendo sabe-tudo. E seu poder aparentemente não tem limites. Por sinal, quando é mostrado o primeiro encontro dele com o Super-Homem novamente parece que ele é uma versão turbinada de John Constantine.

Não é preciso dizer que o personagem foi redefinido quando passou pelas mãos de Neil Gaiman, que o fez membro da Brigada dos Encapotados durante Os Livros da Magia.

O mesmo aconteceu com Zatanna. Quando mostrada em Os Livros da Magia, ela é uma maga extremamente poderosa, que conhece o submundo da magia do universo DC. Já nas histórias do Batman e da Liga da Justiça, ela é uma personagem caricata, que usa uma roupa colada e cartola e varinha, para poder usar seus poderes. Quase como se tivesse saído de um livro do Harry Potter.

Quem tem uma história parecida é o Homem-Animal. Durante muito tempo ele foi um personagem de segunda linha da DC, até cair nas mãos de Grant Morrison. Tá certo que depois que Morrison saiu da revista, ele novamente foi esquecido, mas durante esse período ele se tornou talvez uma das melhores publicações da DC durante a década de 90.

Na Marvel podemos citar o Dr. Estranho. Quando Roger Stern escreveu “Triunfo e Tormento”, história que mostra o Dr. Estranho ajudando o Dr. Destino a salvar a alma de mãe de Destino do Inferno, o personagem tem uma profundidade e um conhecimento que nenhum outro personagem do Universo Marvel tem. O próprio Destino reconhece isso, tendo que recorrer à tecnologia para tentar ao menos igualar seus poderes com os de Estranho.

Mas agora quando o Dr. Estranho aparece nas histórias dos Vingadores ele serve apenas para abrir portais e salvar os personagens principais.

O mesmo que acontece com a Feiticeira Escarlate. Ela sempre ficou em segundo plano dentro dos Vingadores, sendo que seu maior destaque foi quando ela casou com o Visão. Mas quando John Byrne assumiu Os Vingadores da Costa Oeste, ele deu a personagem uma dimensão que ela nunca teve. E isso mudou a opinião de muita gente (inclusive a minha) sobre ela.

Aos fãs de Hobbit uma pequena referência em sua  homenagem com a frase “Lá e de volta outra vez” para falarmos sobre os recentes lançamentos nacionais  de mangás, que podem até desagradar alguns e enlouquecendo a maioria por mais conteúdo. Agora vamos entender um pouquinho do que está acontecendo no mercado atual, para ver se vale a pena comprar todas essas novidades. Lembrando que essa é a minha opinião e não necessariamente a verdade sobre o universo, até mesmo por estarmos num Cruzador e conhecermos diversos universos possíveis.

Se você entrar numa banca de jornal ou comic store hoje em dia você verá Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Sakura Card Captors, One Piece, Evangelion e para os próximos meses deve encontrar Samurai X (Rurouni Kenshin) e possivelmente algum outro título que ainda vai ser anunciado em breve. Todos eles com novo formato, capa, tradução e trabalho editorial, sem contar a mudança drástica em Sakura com páginas coloridas, novo papel e tradução. O que isso significa? Que você está velho. Sinto informar, mas quando você viu um “original” e já está passando por um reboot, é sinal de que você começou a ficar velho.

A estratégia das editoras JBC e Panini é de conquistar o novo público! Se já lemos e compramos no início dos anos 2000, agora chegou a vez de quem ainda não conhecia ou nem tinha idade para ler, conquistando um público maior ainda. Para explicar e ter um motivo, as editoras investem em renovação de papel e trabalho editorial, além de corrigir a “bobeira” de se dividir um volume japonês em duas publicações brasileiras. Tudo isso acaba servindo de motivo para inundarem as bancas com relançamentos, isso sem contar o fato da   editora Conrad ter deixado de publicar os seus mangás no mercado brasileiro.

E o que nós temos com isso? Simplesmente nada. O único problema é que muitos vão comprar o que já foi comprado uma vez, por causa do novo visual e trabalho, porém a maior implicação está na falta de novos títulos devido à demanda e questões contratuais. Se pararmos por um minuto e analisarmos os lançamentos realmente interessantes vamos ver que muito do que já saiu e ainda vai sair pouco importa para o público mais velho/exigente, mas acabam vindo no pacote de contratos assinados com o Japão, e acompanham a tendência atual e conquistando a maioria dentro desse público-alvo. Para quem leu a notícia sobre o lançamento de RG Veda e acompanhou a saga que foi durante mais de uma década por esse título, sabe que dificilmente verá um mangá do mesmo estilo e idade que tenha público aqui no Brasil sendo traduzido.

Sabe aquele seu animê preferido que você assistia na Rede Manchete? Dificilmente o mangá dele será lançado no Brasil. Se conforme com isso. O grande problema está em acompanhar o boom que o estilo de quadrinhos acabou tendo no mundo inteiro. Essa febre (que não termina) faz com que os principais lançamentos cheguem desse lado do planeta muito mais rápido e os títulos mais antigos venham a nado para cá. Não que sejam ruins, mas concordamos que muita coisa antiga e boa ficou para trás sem o devido tratamento e atenção no Brasil. Sem contar os cancelamentos, atrasos e títulos anunciados e que nunca vimos o lançamento.

Qual mangá você tem esperança que seja lançado no Brasil? Não deixe comentar, quem sabe não damos aquela mãozinha.

Saudações tripulantes que adoram estourar olhos de lula!

Se você cresceu nos anos 80, com certeza acompanhou as aventuras oníricas de um garoto e seu tigre de pelúcia nas tiras de seu jornal preferido.

Calvin e Haroldo

Quando seu criador Bill Waterson disse que não tinha mais o que falar sobre o personagem o mundo sofreu com a perda da tira e de seu artista, que se tornou um recluso desafeto a dar entrevistas. Mas a tira deixou fãs que compram álbuns e releem as amalucadas aventuras.

Um dos fãs, um tal de Leonardo DiCaprio, resolveu fazer um documentário sobre o criador e sua criatura.  E ele não está só. O filme denominado “Um garoto e seu tigre” terá um roteiro adaptado por Dan Dollar produtor da cine série Sherlock Holmes e fará um apanhado da década em que as tiras do personagem foram publicadas e contará o esforço do cartunista para lidar com o repentino sucesso.

O projeto é da Warner e ainda não tem nenhuma data de lançamento anunciada.

Salve galera.

E respondendo a pergunta acima, eu posso dizer que SIM. E antes que alguém me chame de louco, me deixe explicar.

Em 1993, foi lançado aqui no Brasil direto para VHS o filme Sandman: O Mestre dos Sonhos. Dirigido e estrelado por Eric Woster, o filme trazia na capa duas chamadas referentes às HQs: “Das páginas dos quadrinhos finalmente em vídeo” e “O roteirista Neil Gaiman transformou Sandman no personagem mais aclamado da atualidade no Brasil, Inglaterra e EUA – Folha de São Paulo”.

Mas antes de seguirmos, vamos apenas nos situar no tempo/espaço: estamos em 1993, uma época em que a internet não existia, as HQs estavam em seu auge de vendas no Brasil, personagens como Sandman, Monstro do Pântano, Homem-Animal, a Brigada dos Encapotados e John Constantine começavam a fazer sucesso por aqui e a única fonte de informações que existia era o pessoal da Devir, que trazia algumas revistas importadas por debaixo dos panos em uma loja que era escondida nas ruas do bairro da Aclimação. Somente os iniciados (incluindo este que vos fala) sabia o endereço.

Bom, então não é difícil imaginar que ver este VHS nas prateleiras devia provocar orgasmos nos adolescentes que estavam querendo consumir qualquer coisa relacionada a Sandman (novamente me incluo nesta lista).

E para criar um clima mais sombrio ainda sobre o filme, havia uma faixa vermelha na parte de baixo da capa do vídeo que dizia: “No último dia de filmagens, ERIC WOSTER, diretor e ator deste filme, foi encontrado morto na casa em que ‘SANDMAN’ foi realizado. Sua morte permanece um mistério”.

Pronto. Era tudo que qualquer fã precisava ler para querer assistir o filme.

Mas…

Infelizmente eu não sei como a DC Comics ou a Editora Globo (dona dos direitos do personagem aqui no Brasil na época) deixaram esse filme fazer referencia ao personagem de Neil Gaiman na capa. Particularmente acredito que no EUA o filme não tenha tentando se promover as custas da história de Gaiman. Mas aqui no Brasil, o pessoal que distribuiu o filme achou que isso poderia ajudar nas vendas.

Mas acontece que o filme é horrível e simplesmente não tem nenhuma relação com os personagens de Gaiman. Por sinal, tirando os avisos na capa, não exista nada que liga o filme ao universo de Sandman. Quem decidiu fazer esta referencia não assistiu ao filme e nem conhece as HQs.

A história vai parecer familiar: Nick (Eric Woster) é um pai solteiro se muda para uma casa no meio do nada com a filha (Tiffany Ballenger). Durante a reforma da casa, ele encontra várias ossadas no porão da casa, inclusive uma de uma criatura que parece uma mistura entre homem e animal. Aparentemente os ossos haviam sidos deixados lá por um serial killer que rondou a região na década de 50. E ainda durante a reforma, ele encontra uma parede que na verdade é um portal do tempo, que o joga na casa na década de 50.

Com a ajuda do policial Alex Stockwell (Frank Rhodes) e da assistente social Lana Hawkins (Dedde Pfeiffer), Nick descobre que a casa foi construída em cima de um cemitério indígena (cof cof Poltergeist cof cof).

No final, Nick, a filha e a assistente social voltam para década de 50 e resolvem ficar por lá. Mas são seguidos pelo policial, que vira o serial killer que falei anteriormente.

Agora me digam: onde entra o Mestre dos Sonhos nesta história? Ou qualquer personagem do universo criado por Neil Gaiman?

Em lugar nenhum. Para falar a verdade não podemos classificar este filme nem como terror nem como ficção científica. O roteiro é sem pé nem cabeça, as atuações são medíocres e o final é tosco.

Mas três coisas valem ser destacadas:

– o ator e diretor Eric Woster realmente foi encontrado morto na casa após as filmagens. Mas não consegui localizar o resultado da investigação policial sobre sua morte. Então não sei se foi suicídio, assassinato ou morte sem explicação;

– também não encontrei na net nenhuma imagem, vídeo ou pôster do filme em boa qualidade, então peço desculpas pela falta de imagens para ilustrar meu post;

Dedde Pfeiffer é a irmã mais nova da Michelle Pfeiffer e vendo a filmografia dela, acho que a melhor coisa que ela já fez foi ter saído na Playboy!

Fala criançada que veste cueca por cima das calças! Todos muito, muito, muuuuuito ansiosos pelo filme do Tony Stark e seus amigos coloridos né!? Eu também quero ver logo essa bagaça, e como todo marvelmaníaco que se preze preparei 10 coisas interessantes que acho que você deve pensar antes de gastar (e você vai gastar) seu rico de dinheirinho no filme mais cool do ano!

Vingadores / 10 coisas

Pois bem macacada reunida (e não é o congorila!) bora fazer essa lista!

1 –  Capitão América vai ser o líder…porém…

O foco da história provavelmente estará na tríade Thor, Caps e Homem de Ferro com muito, mais muito destaque para o senhor Tony Stark, manja X-men 1? Então será algo do tipo.

2 – Hulk vs Thor, provavelmente isso não irá acontecer nesse filme, só deveremos ver isso na provável continuação. E seria foda hein?

3 – Loki como vilão todos nós já sabemos, Thanos na história? Eu acho que sim, por todo alarde que a Marvel fez ao mostrar a manopla do infinito na Comic Con, ele deve ficar no pós-créditos!

4 – Provavelmente, no fim dessa bagaça toda os Vingadores devem fazer como fizeram no desenho, sair da S.H.I.E.L.D (tá eles não sairam… Exatamente…) e devem ser financiados pelo Stark!

5 – Se os soldados do Loki forem Skrulls (o que não tá parecendo) seria interessante no final, mostrando alguém, tipo agente coulson como um skrull.

6 – Homem Aranha no filme? Sim, seria possível, vejam principalmente tudo que tem sido feito com o Aranha ultimamente: Spiderman Ultimate o desenho ele é treinado pela S.H.I.E.L.D e no Avengers Alliance do Facebook ele aparece com destaque no loading inicial do jogo.

7 – Provavelmente outros Vingadores serão citados no filme, minhas apostas: Luke Cage, Pantera Negra, Capitã Marvel (Carol Danvers) e Dr. Estranho.

8 – A Roupa do Caps que veremos no filme, deverá ser a roupa (com poucos ajustes) da sequência de Captain america: The First Avenger, eu não gosto desse uniforme, acho que ao invés dessa linha Power Rangers. Deveria continuar a linha militarizada do primeiro.

9 – Possivelmente a S.H.I.E.L.D deve falar sobre I.M.A e H.I.D.R.A no filme, ou devem ser mencionados em algum momento.

10 – Fica a pergunta: o que diabos Gavião Arqueiro e Viúva Negra fariam ao enfrentar o Loki ou o Leviatã? Só por curiosidade…

Discipulos de Peter Pan - 5 series de drama pra chorar

Agora o DDPP aceita matérias dos leitores! Se quiser enviar um texto, acesse essa página e saiba como! Hoje foi a vez do Maikon Nunes trazer uma lista de séries super dramáticas!

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Você que é fã de dramas, que gosta de histórias mais centradas na vida real e quer derramar algumas lágrimas, não pode deixar de assistir essas séries! Prepare lenços e pegue um copo de água com açúcar: você vai precisar!

Finding Carter

1. FINDING CARTER
Acompanha uma adolescente que parece ter uma vida perfeita ao lado da mãe solteira, amorosa e divertida, Lori. No entanto, as coisas viram de cabeça para baixo quando ela descobre que Lori a sequestrou quando era criança. Agora Carter precisa voltar para a verdadeira família, que achava que ela havia sumido para sempre. Enquanto se adapta aos novos pais, irmãos, à escola e aos garotos, ela jura que vai encontrar Lori — que está foragida — antes que perca o contato, já que apesar de tudo ela é a única mãe que conheceu. Finding Carter estreou em 2014, mas já me ganhou. Tem excelente trilha sonora, história ótima e que não decai. Além de tudo, temos a linda Kathryn Prescott, a Emily de Skins.


Chasing Life

2. CHASING LIFE
Conta a história de April, uma jovem aspirante a jornalista que tenta impressionar o chefe no jornal de Boston. Enquanto sonha com uma carreira perfeita, lida com a mãe, avó e a irmã caçula e rebelde. Quando as coisas começam a melhorar — especialmente na vida amorosa — April recebe o diagnóstico de que está com câncer. Com diversas lições, a história nos proporciona muita reflexão e entretenimento, dando um show no quesito drama. Particularmente, me fez repensar muitas coisas. Ela, tão jovem, com tantos objetivos e sonhos, esbarra num obstáculo desse porte! É a vida! Essa série também estreou esse ano, já terminou a primeira temporada com 10 episódios e terá um especial de natal em novembro! Assista!

Hit and Miss

3. HIT & MISS Traz a excelente atriz Chloë Sevigny, de volta à TV. Na história, Chloë interpreta Mia, uma assassina profissional. Seu trabalho é uma forma de garantir controle sobre seus sentimento, em constante conflito desde que era criança. O que torna a história mais interessante é que Mia nasceu homem! Sua intenção é fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mas a vida dá outra reviravolta: Wendy, a ex-namorada, está com câncer e à beira da morte. Para sua surpresa, Mia descobre ter tido um filho, atualmente com 11 anos. Ao se encontrar com ele, descobre que Wendy teve mais três filhos, frutos de outros relacionamentos. Assumindo o cuidado das crianças, Mia precisa descobrir uma forma de controlar seus instintos assassinos enquanto aprende a ser mãe, ao mesmo tempo em que está se adaptando à identidade de gênero. É uma historia original, com qualidade britânica e uma fotografia excelente! Porém, Hit & Miss tem um problema: é curtinha, de apenas 6 episódios.

Rectify

4. RECTIFY Do mesmo produtor de Breaking Bad, acompanha Daniel Holden, homem que foi condenado à morte pelo estupro e assassinato de uma adolescente. Passadas duas décadas no corredor da morte, ele é liberado graças às novas evidências de DNA. Por ter ficado muito tempo no isolamento, Daniel sente dificuldades ao se readaptar à sociedade e à família. Essa série é puro drama, de ritmo lento, construída em detalhes que focam profundamente na readaptação do protagonista à sociedade. É um show de qualidade, de diálogos fantásticos, de fotografia excepcional, atuações excelentes e um roteiro digno de premiações. Terminou a segunda temporada recentemente — com 16 episódios — e já foi renovada.

Shameless (US)

5. SHAMELESS (US) Essa merece total atenção, é a rainha das séries. Cientistas conceituados de Harvard comprovam que 10 em cada 10 que assistem Shameless se apaixonam perdidamente pela série, causando um salto automático para o primeiro lugar no ranking de séries favoritas. Não sou eu quem estou dizendo! Shameless — versão americana, não a britânica — mostra a vida da imensa família Gallagher, composta por Fiona, filha mais velha que alimenta e cria cinco irmãos; Lip, que usa sua inteligência de forma errada aos olhos da lei em prol da família; Debbie, a garota que apesar de nova já tem que se desdobrar para ajudar como pode; Ian, que se revela gay, cujo sonho é entrar para o exercito; Carl, o que dá mais trabalho; o bebê Liam, que por enquanto só assiste as merdas da família acontecer; e o pai Frank, que vive bêbado. É uma série com boa quantidade de coito, drogas e qualidade. Só tem 4 temporadas de 13 episódios e foi renovada (claro) para a 5° temporada, que estréia em janeiro de 2015. Sério, vale a pena dar uma chance! Arrisco a dizer que você amará no primeiro episódio! 
Todas as séries recomendadas valem a pena serem assistidas, não é papo de quem quer vender o peixe. Misturam ótimas atuações, trilha sonora (o que julgo importante), ótima qualidade técnica, como fotografia (coisa que dou muito valor, seja em séries ou filmes), entre outras coisas. Se já assistiu alguma, diga o que achou!

Pronto! Já que os primeiros 15 filmes sobre vampiros não foram o suficiente, mais 15! São para todos os gostos, dos clássicos ao trash — mas que valem pela experiência! Veja o post!

1. DRÁCULA: A HISTÓRIA NUNCA CONTADADracula Untold (2014)
O mais recente filme do Drácula tem efeitos especiais de videogame! Só vai sair no Brasil em outubro, mas já entra na lista de filmes de vampiros pra ver antes de morrer (ou ser transformado!) porque parece bom.

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2. DRÁCULA 2000Dracula 2000 (2000)
Conheci Gerard Butler aqui! Bandidos, achando que vão ganhar uma grana ao acessarem um “tesouro lacrado”, despertam Drácula, que vai seduzindo e transformando o povo em vampiro enquanto busca por uma descendente de Van Helsing. Que saudade de ter medo desse filme nas madrugadas da Globo!

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3. BLADEBlade (1998)
Uma das minhas franquias preferidas, só prestou até o segundo filme (no terceiro começaram a cagar). Blade é um vampiro que pode andar no Sol, meio humano, meio chupa-chupa. Em vez de debandar pro lado das trevas, ele resolve caçar os maiorais pra manter o equilíbrio na cidade. O estilo é foda, é inspirado no personagem da Marvel e a trilha sonora me conquista. Tenho os três e assisto sempre que dá.

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4. STAKE LAND – ANOITECER VIOLENTOStake Land (2010)
O legal aqui é o cenário pós-apocalíptico depois de uma epidemia de vampiros, onde uma seita de humanos aterroriza mais que os monstros, trocando meninas por comida e coisas do tipo. Foca mais na sobrevivência de um garoto que foi resgatado por um matador de vampiros e as pessoas que eles encontram — e perdem — no caminho. Tem um forte apelo dramático.

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5. QUANDO CHEGA A ESCURIDÃONear Dark (1987)
Um dos melhores da lista, começa com o acaso: um caubói chama uma forasteira pra sair. A garota é esquisita e, na hora de levá-la pra casa, ela corre quando o Sol começa a nascer — sem deixar de mordê-lo. O moleque pega fogo de dia e fica doente, aí que os “amigos” da garota, uma gangue de roqueiros, raptam o cara para que passe pela transformação. É maneiro por retratar com realidade um grupo de imortais. É ruim porque existe cura (muito óbvia, até).

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6. VAMPIRE HUNTER D – BLOODLUSTKyūketsuki Hantā Dī (2000)
A única animação da lista é essa, de qualidade mastodôntica. D. é um exterminador de vampiros (e vampiro) que cobra caro pelos serviços. Quando contratado para recuperar a filha de um cara, que foi sequestrada por outro filho das trevas, cruza com exterminadores para chegar até o objetivo. Tem uma virada na trama muito maneira e é uma “continuação” do anime dos anos 80, Vampire Hunter D.

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7. VAMPIROS DE JOHN CARPENTERJohn Carpenter’s Vampires (1998)
Tem a mesma vibe que Near Dark e narra aventuras de caçadores de vampiros que precisam lidar com uma garota recém-mordida enquanto enfrentam um monstro foderástico, que os persegue e destrói tudo.

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8. VAMPIRASVamps (2012)
E se patricinhas virassem vampiras? Bem zoado, Vamps conta com Alicia Silverstone e Krysten Ritter como protagonistas de uma história morna. É pra rir mesmo, gente.

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9. 30 DIAS DE NOITE30 Days of Night (2007)
Um dos melhores da lista, não poupa violência — afinal, imagine morar num local onde não há sol por 30 dias! Um grupo de vampiros ferozes planeja atacar essa vilazinha do Alasca e causar um banho de sangue. Se cansou de vampirinhos fofos, esse é pra você.

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10. FOME DE VIVERThe Hunger (1983)
De vibe gótica, conta a história de uma vampira que possui vários amantes ao passar dos séculos. Só que cada amante, mesmo transformado, morre de velhice após muito tempo. Buscando uma cura, o personagem interpretado por David Bowie esbarra com a personagem de Susan Sarandon que, por sua vez, chega à vampira viúva. Trilha sonora ótima, sutileza monstra e estética fiel aos vampiros.

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11. O VAMPIRO DA NOITEHorror of Dracula (1958)
Um dos maiores clássicos dos vampiros não poderia ficar de fora. Faz parte de uma série que fez sucesso depois desse primeiro filme, mas não precisa ver tudo pra apreciar com gosto. A história é a mesma de sempre, com destaque para a interpretação de Christopher Lee.

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12. SOMBRAS DA NOITEDark Shadows (2012)
Não gostei quando saiu, mas vi de novo e apreciei a ótima ambientação e o sarcasmo do Tim Burton. Após partir o coração de uma bruxa (Eva Green ♥), um cara é amaldiçoado e vira vampiro. Depois de muito tempo ele é acordado e volta à “família”, que tá em decadência. Tentando levantar a moral do próprio nome, precisa enfrentar o mundo dos negócios e a bruxa que é tão imortal quanto ele.

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13. O PEQUENO VAMPIROThe Little Vampire (2000)
Um menininho muito fofo se muda da Califórnia para a Escócia (eu acho), só que tem dificuldade em fazer amigos. Quando faz, é com um vampirinho. O filme é cuti-cuti, tem estilo legal e explora um lado meio AFamília Addams dos filhos da noite.

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14. MATADORES DE VAMPIRAS LÉSBICASLesbian Vampire Killers (2009)
Traaaaaaaash! O título explica a sinopse e, pra você ter noção, não sai sangue das vampiras assassinadas. Sai esperma! É pra rir e sentir que perdeu uma hora e meia da vida depois de assistir — mas não teria como ignorar, teria?

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15. A RAINHA DOS CONDENADOSQueen of The Damned (2002)
Baseado no livro de Anne Rice (a mesma de Entrevista com o Vampiro), não é grande merda. A única coisa que gosto aqui são as roupas, a androgenia do Vampiro Lestat e a atriz que faz a Rainha (que morreu de verdade num acidente de avião). Com efeitos mais ou menos, a ambientação pode agradar quem curte chupas-chupas.

Você pode pertencer ao pedaço da civilização que nunca se apaixonou por vampiros (não só os que brilham), mas é impossível negar o poder hipnótico desses imortais. Fiz listinha com filmes imperdíveis sobre essas criaturas, e essa é só a primeira parte!


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1. ENTREVISTA COM O VAMPIROInterview With The Vampire (1994)
O filme conseguiu extrair boa parte dos encantos sobrenaturais do livro de Anne Rice e entorpecer no cinema. Brad Pitt, Tom Cruise e Kirsten Dunst protagonizam um clássico dos filmes do gênero e mexer com nossas cabeças: todo mundo gostaria de ser um vampiro, não importando o preço ou as consequências disso. Apaixonável demais.

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2. DRÁCULA DE BRAM STOKERBram Stoker’s Dracula (1992)
Francis Ford Coppola, um dos maiores diretores do mundo, dirigiu a adaptação do livro-bíblia que fez nascer todo o fervor ao redor dessas criaturas sombrias que se alimentam de sangue e desejo. Gary Oldman (o Sirius Black!) interpreta o monstro e o elenco é composto por diamantes! Sério, você precisa ver!

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3. ASSASSINO DAS SOMBRASThe Black Water Vampire (2014)
Um dos mais recentes, segue a onda found footage, aqueles filmes gravados com câmeras de mão (como em A Bruxa de Blair ou Atividade Paranormal). Um grupo de documentaristas vai investigar o caso de um homem que foi preso sem nenhuma prova concreta. As vítimas foram encontradas sem sangue e com uma marca bizarra na pele, além de uma mordida esquisita. Como é de se esperar, esse grupo começa a se foder, só que o final ainda guarda uma surpresa que, apesar de interessante, faz o filme perder um pouco da vibe. Mesmo assim, vale experimentar!

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4. AMANTES ETERNOSOnly Lovers Left Alive (2013)
O que acontece quando o Loki e a Rainha Branca de Nárnia se juntam? Vira filme de vampiro! Os dois formam um casal milenar que precisa sobreviver às mudanças do tempo, se escondendo e vivendo o tédio da imortalidade — e do próprio relacionamento! É um dos melhores filmes que já vi retratando como seria a real rotina de pessoas que não podem morrer por meios naturais. Lindo e favoritado na primeira vez que assisti. A trilha sonora é monstra!

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5. UM DRINK NO INFERNOFrom Dusk Till Dawn (1996)
Clássico produzido pelo mesmo diretor de Kill Bill, Quentin Tarantino, conta com ele mesmo atuando ao lado de George Clooney, dirigidos por Robert Rodriguez! É trash e diferente, porque a temática vampírica só aparece bem depois no enredo, que é permeado por acasos que encerram uma história criativa, divertida e bizarra! Recentemente virou série de TV, mas não assisti ainda.

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6. OS GAROTOS PERDIDOSThe Lost Boys (1987)
Já falei do estilo deles aqui! Amo, amo, amo! É clássico do final dos anos 80, feito para adolescentes, só que muito mais legal do que tudo que é produzido para adolescentes hoje em dia. É must see imediato! Teve continuações, mas não prestam. Uma mãe e dois filhos se mudam para uma praia dos Estados Unidos após o divórcio. Tentando se adaptar ao novo ambiente, Michael, o mais velho, se enturma com uns motoqueiros que não envelhecem. Inspirou parte do meu primeiro livro, Os Hereges de Santa Cruz.

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7. AS DONAS DA NOITEWir Sind Die Nacht (2010)
Outro filme maravilhoso mostrando a rotina de criaturas sobrenaturais e suas técnicas para matar o tédio! Apresenta um clã de vampiras (apenas vampiras) e como o amor de uma dessas para com uma humana destruída pelas drogas faz com que ela a transforme numa de suas discípulas. O problema é que essa nova discípula, alvo do amor da maior vampira do clã, se apaixona por um cara. Aí dá merda. A trilha sonora também é de matar e os enlaces são deliciosos!

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8. DEIXE ELA ENTRARLåt den rätte komma in (2008)
Baseado no livro de John Ajvide Lindqvist, é uma obra de arte! Conta a história de um moleque oprimido que faz amizade com um vampirinho secular. A temática é dark, densa, mas tem nuances doces. Também é polêmico porque apesar de ter sido traduzido como Deixe Ela Entrar, Eli, o vampiro, era um menino castrado. Basicamente, os dois se conectam por questões muito além da carne: são crianças achando abrigo um no outro. Teve refilmagem americana, mas só recomendo esse.

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9. A HORA DO ESPANTOFright Night (1985)
Oitentista, ganhou continuação e remake. Gostei do remake também, dentro do possível. É uma comédia divertida e nojentinha, com momentos legais e cara de Sessão da Tarde. A história do filme é: e se um vampiro se mudasse para a casa ao lado da sua e ninguém acreditasse nisso? Pois bem, não pode ficar fora da lista!

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10. A SOMBRA DO VAMPIROShadow of The Vampire (2000)
Pra gravar uma adaptação de Drácula, um diretor chama o que parece ser um vampiro de verdade para atuar. O pagamento para esse tal vampiro é o pescoço da atriz, mas ninguém o leva a sério a ponto de achar que ele realmente vai querer algo assim como cachê. Quem é esse cara que vive numa caverna e come cabeças de morcego? No elenco tem John Malkovich e Willem Dafoe (que tá ótimo) e é baseado numa história real — será?

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11. NOSFERATU – O VAMPIRO DA NOITENosferatu: Phantom der Nacht (1979)
Não é o primeiro filme Nosferatu do cinema, mas é um antiguinho e, de todos os filmes de vampiro, é o único que me meteu medo. Também é meu preferido, porque é uma obra-prima incalculável, com cenas longas, de poucos cortes ou efeitos especiais. Seria legal assisti-lo depois de ver A Sombra do Vampiro. Esse é preciosidade, especialmente se assistir em 1080p.

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12. BYZANTIUMByzantium (2012)
Já falei desse ótimo filme aqui, dos mesmos criadores de Entrevista com o Vampiro. Uma mulher e sua filha caçam um lugar onde possam viver tranquilamento há mais de 200 anos. Nesses séculos, a gente acompanha a sensação de não pertencer a um mundo que não era bom antes e que pouco melhorou. Vemos duas criaturas, mulheres, buscarem paz. Obrigatório.

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13. A SEDUÇÃO DO MALEmbrace of the Vampire (2013)
Não é o melhor filme do mundo, mas o lado sexual grita nesse. Fala de uma menina puritana (e chata) que é tentada por desejos esquisitos envolvendo trevas milenares numa faculdade. Aos poucos, além do fogo na pepeca pra provar o contato da carne humana, ela passa a ter desejo por sangue. Aí a história fica meio maluca, mas vale assistir.

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14. ANJOS DA NOITEUnderworld (2003)
A franquia milionária trouxe o lado gótico dos vampiros num mergulho de alta tecnologia e ação. É legal para explorar a rivalidade entre vampiros e lobisomens, o amor proibido entre essas raças, e o nascimento de uma nova espécie desde o início dos tempos (se vir todos os filmes). Fica bonitinho na estante e diverte as noites de sábado!

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15. KISS OF THE DAMNEDKiss of The Damned (2013)
Amei tanto esse filme! É recente e conta a atração desesperada entre uma vampira e um humano, que se permite transformar — sem enrolação — e passa a conviver nas altas castas sociais vampíricas. Até chegar a irmã da vampira, a maluca que mata, manipula e provoca sem pensar duas vezes. Tem fotografia espetacular, um enredo muito bom e figurinos magníficos.

Vento fresco, inocência e amor!
10 filmes sobre recomeços para ver na primavera

Hoje começa a estação das flores! É sinônimo de despertar, de mudanças que terão início para serem aproveitadas por completo quando chegar o verão! Já que o inverno é uma fase de desapego e desconstrução, aposto que você deixou muitas bagagens emocionais para trás. Esses filmes servem para dar uma motivação extra enquanto você corre atrás de uma vida mais feliz!

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1. COMER REZAR AMAREat Pray Love (2010)
Nada melhor que abrir a lista com Julia Roberts interpretando uma escritora que tem tudo: sucesso, marido, casa, dinheiro… mas sente que não tem nada. Ela é a vizinha rica que a gente olha e imagina ter uma vida melhor que a nossa. Ela se sente isolada, sem motivação num cotidiano que a sociedade escolheu por ela. Num surto, pede divórcio, perde a casa e tira férias na Europa antes de ir pra Índia, onde redescobre o amor próprio, o tesão de comer sem culpa, o lado divino e amores. Tem duas horas e meia de duração, mas consegue mudar sua vida — e você não precisa ir à Europa pra isso.

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2. O JARDIM SECRETOThe Secret Garden (1993)
Uma menina rica e solitária perde tudo quando os pais morrem após um terremoto. Depois de meses num orfanato, é enviada para a mansão do tio, um lugar depressivo. Sem querer, ela descobre que possui um primo que passou a vida em cima da cama por ser hipocondríaco (achar que tem doenças que não tem). Ele é alérgico ao sol, ao vento, não sabe andar e nunca foi visto pelo pai, que desde que a esposa morreu tem medo de se apaixonar pelo filho — e tudo que esse homem não quer é se apaixonar de novo, muito menos por uma criatura tão frágil. Essa menina arranca o garoto da cama e mostra que muitos dos problemas que criamos são grãos de areia transformados em montanhas. É lindo, divertido e eu choro.

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3. MESMO SE NADA DER CERTOBegin Again (2014)
Virou preferido instantaneamente. Tem narrativa dinâmica e muita música! Uma compositora de gaveta divide o palco com um amigo logo após ser abandonada pelo namorado — que ficou famoso. Por um acaso (muito bem explicada depois), um produtor musical decadente a ouve e percebe a minha de ouro que possui nas mãos. Enquanto ele tenta convencê-la a assinar um contrato, ela tenta mostrar que dinheiro não é tudo. Juntos, inventam uma ideia que agrada a ela, a ele, a um monte de artistas, e que muda tudo que sabem sobre a vida. A trilha sonora é original (e viciante, já tenho o álbum), tem Adam Levine cantando com a Keira Knightley e toda essa energia de recomeços da primavera. Vai por mim, é muito bom!

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4. OS ESTAGIÁRIOSThe Internship (2013)
Já falei desse filme aqui no DDPP. Dois amigos, adultos, se veem fora do mercado de trabalho e de todos os sonhos que já tiveram. Numa investida maluca, se inscrevem como estagiários para a Google e são selecionados! Daí, precisam se adaptar ao mundo tecnológico dominado por jovens absudamente mais preparados e renovar os próprios objetivos. Um exemplo claro que se a gente não mudar ou arriscar, tudo vai continuar o mesmo — ou piorar.

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5. A ESTRANHA VIDA DE TIMOTHY GREENThe Odd Life of Timothy Green (2012)
Fofura de filme! Um casal busca a adoção e não é bem sucedido. Numa noite, tentando fugir da depressão de talvez não terem filhos, descrevem em papel como seria a criança perfeita, colocam numa caixa e enterram. Depois de uma tempestade repentina, uma criança brota da terra: o filho que eles tanto queriam — só que cheio de peculiaridades. Choro sempre (sou manteiga). Ensina que nem tudo sai como a gente quer e o perfeito não existe, por isso precisamos lidar bem com o que temos e, se possível, arranjar um jeito de melhorar.

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6. UM DIVÃ PARA DOISHope Springs (2012)
Ótima abordagem sobre a vida sexual de um casal de adultos entediados pela rotina. Num último tiro de esperança, participam de um programa de “recuperação de casais”. Aí descobrem que muitos dos problemas parte dos arquétipos, receios e preconceitos montados por eles mesmos com o passar dos anos. A lição: a gente sempre pode se renovar enquanto estivermos vivos e tivermos vontade!

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7. DIVÃDivã (2009)
Quem nunca chorou rios com esse filme maravilhoso? Mercedes é uma mulher que tem a vida perfeita, tudo que sempre quis. Só que quando começa a fazer terapia por curiosidade, percebe insatisfações que nem sabia existir acerca de si e dessa rotina ideal. Aos poucos, absorve as faltas que ignorava e passa a saná-las, uma a uma. Afinal, a vida não para um instante — a não ser que você morra, aí não tem jeito. Esse filme é a definição perfeita daquele artigo que publiquei sobre sorrir por ter acontecido e não chorar por ter acabado.

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8. FRANCES HAFrances Ha (2012)
Já falei sobre as 20 lições que aprendi com Frances Ha. Frances é uma moleca de trinta anos que não aceita que a vida muda, que nem todos os sonhos podem ser realizados e que precisamos explorar novas opções, nos moldando enquanto a vida se molda ao nosso redor. Ele é todo em preto e branco, apesar de atual, e tem um ar hipster apaixonante. Quero ver você não amar Frances tanto quanto eu.

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9. SOB O SOL DA TOSCANAUnder The Tuscan Sun (2003)
Lembra Comer Rezar Amar, contando a história de uma escritora que passa por um divórcio e perde tudo. Louca, compra um chalé na Toscana para recomeçar, mas dá tudo errado. Com o passar do tempo, conquistando as coisas que ela sentia falta na antiga vida, deseja muito (e muito!) um novo amor. Sofre por isso, aprende a se valorizar e o aprendizado-mor: é quando a gente não procura que encontra o que precisa. Maravilhoso!

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10. VIDA DE INSETOA Bug’s Life (1998)
Clássico da animação, conta a história de formigas dominadas por gafanhotos maldosos que se aproveitam da colheita das coitadas. Só que a natureza não as beneficia num ano e os gafanhotos decidem atacar o formigueiro e tomar o sustento das formiguinhas. Com medo dos monstros, não se revoltam e aceitam o regime de opressão até perceberem que se não lutarem, se unindo a outros insetos, nada vai mudar. Se nunca viu, estamos na estação ideal! Como não achei trailer, deixo uma das minhas cenas preferidas:

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+1. HOPE SPRINGS: UM LUGAR PARA SONHARHope Springs (2003)
Um desenhista toma um pé na bunda da noiva e se muda para Hope (esperança) para se isolar e sofrer de depressão. Vendo a patetice do homem, a dona do hotel apresenta uma mulher excêntrica (mas muito gente boa) para o cara e eles logo começam alguma coisa. Percebendo que a vida sem esse cara é um saco, a ex-noiva volta para pegar de volta o que é dela. Aí ele precisa escolher começar de novo com alguém completamente insano ou retornar à zona de conforto da antiga vida. Engraçadinho, fofo e clichê.

Faltou algum filme? Sugira nos comentários!

Discipulos de Peter Pan - 10 filmes e series sobre a busca do amor

Na semana de relacionamentos do DDPP falei como arrumar namorado mantendo os pés no chão. Só que mesmo presos ao solo, nada nos impede de sonhar, né? Algo que motiva a acreditar no amor, mesmo que pouco realista, são filmes e séries de TV. Tudo bem que alguns deixam nosso emocional no chinelo — como as 5 séries dramáticas que indicamos para chorar —, precisando controlar mais ainda a ansiedade de encontrar logo “um alguém” (tem guia sobre isso aqui). Se você assistir esses audiovisuais, tente absorver as melhores — e mais plausíveis — lições de cada.

Projeto Mindy

Projeto Mindy (The Mindy Project, 2012 – atualmente)
Essa série é uma das melhores coisas que assisti sobre a busca do amor, o equilíbrio da vida profissional, e de como rotinas podem ser mais interessantes se tivermos vontade de explorá-las. Criada pela atriz Mindy Kalling, que interpreta a ginecologista Mindy Lahiri, tem vinte minutos por episódio e se encontra na terceira temporada. É urbano, consciente da nossa geração, não é necessário assistir com compromisso, conversa sobre minorias e tem comédia improvisada! Uma das melhores na TV.

Looking (2014 – atualmente)
Com ar um pouco mais sério, Looking foi uma das melhores estreias da HBO. Mesmo começando devagar, a saga de meia hora por episódio, retratando amigos gays buscando amor ou o emprego ideal — ou algo que equilibre esses mundos — ganhou um ritmo viciante. Fotografia maravilhosa, enredo realista e um elenco sem galãs garantiram a segunda temporada da série experimental que quebrou preconceitos e resolveu mostrar o homem gay como humano — e ponto final.

Sex and the City (1998 – 2004)
Já falei da importância dessa série (e seus dois longuíssimos filmes) na minha vida nesse post velho. Sex and the City identificou uma geração inteira de novas mulheres, que descobriram nas quatro protagonistas da série a pluralidade do sexo, do amor, da família e do relacionamento com o ambiente que as cercam durante seis temporadas! O primeiro filme é mais legal que o segundo, mas os dois acrescentam uma dose de entretenimento livre de culpas e cheias de modelos de comportamento. É pra amadurecer!

Sob o Sol da Toscana (Under the Tuscan Sun, 2003)
Esse faz parte da lista de filmes sobre recomeços pra ver na primavera que postei aqui no site. Conta a história de uma escritora que perde tudo num divórcio e compra um chalé na Toscana pra começar a vida do zero. Mesmo que algumas coisas deem errado, há algo que passa a pertubá-la mais que tudo: a falta de um amor. Quando as pessoas ao redor parecem apaixonadas e felizes, ela se sente deslocada e aprende que apenas quando paramos de procurar, deixando as possibilidades abertas sem esperar muita coisa, é que encontramos o que nem sabíamos estar procurando.

Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo

Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Seeking a Friend for the End of the World, 2012)
Quando a iminência de um asteróide faz com que as pessoas tomem últimas ações como seres à beira da extinção, Dodge recebe da vizinha as cartas de um antigo amor que ela recebeu por engano e nunca entregou a ele. Com duas semanas para o fim, ele vai atrás da mulher, mas a vizinha acaba indo junto quando o prédio é atacado. Culpada por não ter entregado as cartas a ele antes, decide ajudá-lo a realizar esse último desejo. No caminho percebem a importância da família, dos amigos, do amor e que nós nunca teremos tempo suficiente — mesmo se tivermos. Já falei muito bem desse filme aqui.

Namoro ou Liberdade

Namoro ou Liberdade? (That Awkward Moment, 2014)
Três amigos meio que são casados uns com os outros numa amizade de irmãos. Quando um deles termina o namoro, criam a regra de que nenhum deles vai se meter num relacionamento. Só que a vida é louca e todos se envolvem com meninas que nunca esperaram começar alguma coisa. Enquanto tentam entender o que está acontecendo com elas em segredo, lutam para que as amizades permaneçam as mesmas no processo. A lição é de que a vida pode ser muito aleatória. Se a gente esperar muito — ou nada — sobre algo, estaremos nos preocupando à toa e aproveitando menos.

Ela (Her, 2013)
O que a gente procura num relacionamento? Her é um filme leve que faz questionamentos profundos se você der dois minutos de atenção após os créditos. O que é necessário para nos apaixonarmos por alguém? De que vale o tipo ideal? E o sexo, a presença física, como conta nisso? O filme fala de um cara que se apaixona pela voz de um novo sistema operacional depois de um final conturbado de relacionamento. Acompanhando-o pelo celular quando na rua, a vozinha da Scarlett Johansson como Samantha faz qualquer um se apaixonar.

Amizade Colorida (Friends With Benefits, 2011)
Um dos meus filmes preferidos! Justin Timberlake e Mila Kunis formam um par de amigos que transborda carisma quando ela o recruta de Los Angeles para New York como diretor de arte numa revista famosa. Ela só se mete com caras escrotos e ele não conhece ninguém na nova cidade. Depois de algumas cervejas e uma comédia romântica, eles têm a ideia de transar uma vez, sem compromisso ou complicação. Essa única vez vira algumas vezes e eles conseguem separar bem as coisas, até ela parar com o rolo para encontrar um namorado de verdade. Incansável!

Ruby Sparks – A Namorada Perfeita (Ruby Sparks, 2012)
Durante um bloqueio criativo causado pela falta de uma namorada e extrema solidão, um jovem escritor decide esboçar a personalidade de uma menina perfeita. O louco é quando ela toma vida e ele precisa aprender com as responsabilidades, como inseri-la e adaptá-la à nova rotina. Esse filme fala muito sobre nosso cultivo de expectativas destrutivas, de como tememos ficar sem ninguém ao redor e de como podemos ser ingratos pelas coisas que conquistamos.

Comer, Rezar, Amar (Eat, Pray, Love, 2010)
Pra fechar a lista com chave de ouro, também falei desse filme na lista de filmes sobre recomeços pra ver na primavera. Com uma história similar à de Sob o Sol da Toscana, Comer, Rezar, Amar fala de uma mulher que tem a vida perfeita. O problema é que essa vida, pra ela, é tudo menos perfeita. Falta tesão, algo que a deixe nas nuvens, fora da zona de conforto desconfortável que criou. Ela se divorcia de um homem que a ama, perde a casa e voa pra Europa, esperando reencontrar o apetite, a fé em si mesma e um novo amor. Duas horas e meia de lições que mudam a vida.

Quais filmes você sugeriria? Comente pra gente saber!

Community, Glee e mais!
DDPP - 5 episódios de Halloween nas séries de TV pra ver mil vezes

Essa é minha seleção pessoal de episódios que amo assistir todo ano! Alguns como “Epidemiology” e “Greg Pikites”, das séries Community e Parks and Recreation, já perdi a conta de quantas vezes vi! Não precisa assistir todas as temporadas para dar boas risadas, cantar junto ou abrir a boca em admiração! Conhece algum desses episódios?


“Epidemiology”, 2×06 – Community
Community, no início, conseguiu ser uma séria diferente de todo tipo de humor na televisão. Aos poucos foi perdendo potência, mas não deixou de ser criativa — e super nerd — em nenhum momento. No sexto episódio da segunda temporada, a festa de Halloween da universidade comunitária onde a série acontece, se transforma no estopim de uma epidemia zumbi com desfecho maravilhoso! A série zoa a si mesma e alguns episódios conseguem ser memoráveis, como esse foi.


“Halloween”, 1×04 – The Mindy Project
Logo no quarto episódio da primeira temporada da série com a ginecologista por qual estou apaixonado ultimamente, há uma festa de Halloween onde ela precisa decidir um monte de coisas sobre a própria busca por um relacionamento — inclusive o que vestir. Dentre as opções, referências nerd a Harry Potter (ou “Harry Potter sujo”, como ela se chamou por ser morena e nada a ver com Daniel Radcliffe) e algumas das melhores piadas de Mindy Kalling.


“Fearful Pranks Ensue”, 3×04 – American Horror Story: Coven
American Horror Story tem os melhores episódios de Halloween todos os anos, e mesmo que o da primeira temporada seja ótimo, nada barra meu amor pelas bruxas da terceira temporada: Coven — falei delas aqui. Nesse episódio, as bruxas estão em guerra, então além de um Frankenstein-gostoso perdido pelas ruas, há zumbis controlados por vodu e serras elétricas nas mãos de loiras com poderes no melhor estilo Evil Dead!

“Greg Pikitis”, 2×07 – Parks and Recreation
Acho que nunca vi tantas vezes o mesmo episódio de uma série quanto esse de Parks and Recreation! Ann está dando uma festa de Halloween super chata, onde todo mundo está morrendo de tédio, enquanto Leslie corre atrás de Greg Pikites, moleque que prega peças nela todo ano no nível hardcore. De verdade? Amy Poehler é uma das atrizes mais engraçadas pra mim! Greg Pikites! Greg Pikites! Greg Pikites!


“The Rocky Horror Glee Show”, 2×05 – Glee
Assim como The Rocky Horror Picture Show representa uma boa noite de halloween com música e fantasias sexualmente atrevidas, Glee trouxe uma das homenagens mais legais do filme para a TV! Não tem nada de assustador, o bom humor é rotineiro, mas as músicas e apresentações são estonteantes! Se ainda não conhece The Rocky Horror Picture Show, comece por esse cover de Glee, que é mais moderno, e depois assista ao filme. Você entenderá como essa adaptação é viciante!

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